Demorou, mas estou de volta com as cartas.
Lembra desta carta?
"Bactéria Comedora de Carne", que eu havia citado no outro tópico?
Pois bem, surgiram boatos de uma tal MRSA USA300, uma variante da Estafilococos Aureus resistente à
meticilina, que "supostamente" surgiu entre a comunidade gay nos EUA. Detalhe, que o contágio também é pelo sexo anal, e também pelo contato da pele.
É essa bichinha aqui:
Seus efeitos?
(O engraçado é que a AIDS surgiu também entre os gays, também nos EUA. Muitas pessoas veriam nisso um "Sinal da ira de Deus", mas todos nós sabemos que a coisa não é bem assim.)
E ela não é a única "comedora de carne": Na África Subsaariana (A "Terra da Fome"), uma doença chamada Noma vem atacando crianças com alto índice de mortalidade, e as que sobrevivem ficam desfiguradas (A doença atinge principalmente o rosto).
E, como não poderia piorar, uma nova droga na Rússia, chamada de Krokodil, apresenta efeitos colaterais terríveis, como escamação de mãos e pés e exposição de ossos e músculos devido à necrose. Ela está sendo largamente disseminada na Rússia por ser uma alternativa barata à Heroína, a droga mais consumida de lá.
"Tudo
começa com um esverdeamento da pele, escamação, putrefação e
apodrecimento dos tecidos. Surgem feridas que aumentam até o
desaparecimento dos músculos e nervos que cobrem os ossos e o resultado
são verdadeiros mortos-vivos agonizando até a morte certa. Em muitos
casos, também os ossos são carcomidos por uma acidez mortificante que
lembra as mais horripilantes produções cinematográficas." (Texto retirado do site Mídia sem Máscara)
EDIT: Não esqueçamos da Fasciite Necrosante, que pode ser provocada por infecções de certas bactérias na região anorretal (Ou seja, no cu) quanto por uma infeliz combinação de bactérias que entraram por um corte causado por uma queda de tirolesa, como foi o caso da estudante Aimee Copeland.
Agora, a carta mencionada acima parece mais verossímil, não é? O mais estranho é o silêncio da Grande Mídia em relação a esses três (EDIT: Quatro) casos. Isso porque não mencionei a "droga canibal" camada "Cloud Nine", sob o efeito da qual um sujeito literalmente COMEU a cara e o peito de outro, nos EUA.
Como se pode ver, algum grupo de pessoas com muito dinheiro, muito poder e nada na cabeça quer fazer com que a Terra vire cenário do seriado "The Walking Dead", de modo a conseguir a sua meta:
Sociedades Secretas. Illuminati. Nova Ordem Mundial. Novas formas de controle populacional. História revisada. Nada é certeza; tudo é especulação. Encontre a tua verdade, mas cuidado com as ilusões.
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domingo, 14 de outubro de 2012
sábado, 3 de março de 2012
As Cartas Não Mentem [1]
Neste post, continuarei apresentando algumas cartas do jogo Illuminati de Steve Jackson, que lá em 1995 conseguiu prever coisas que aconteceram depois do jogo, acontecem hoje, e podem vir a acontecer amanhã.
Comecemos pela aparente "paranóia" das pessoas que se recusavam a tomar a vacina contra o vírus H1N1, também conhecido como da "Gripe A" ou, mais jocosamente, "Gripe Mexicana".
Será que é mesmo uma paranóia?
Lembremos da Revolta da Vacina, que ocorreu cá no Brasil, nos idos primeiros anos do Século XX.
Abramos a Wikipédia.
No inicio do século XX, a cidade do Rio de Janeiro, como capital da República, apesar de possuir belos palacetes e casarões, tinha graves problemas urbanos: rede insuficiente de água e esgoto, coleta de resíduos precária e cortiços super povoados. Nesse ambiente proliferavam muitas doenças, como a tuberculose, o sarampo, o tifo e a hanseníase. Alastravam-se, sobretudo, grandes epidemias de febre amarela, varíola e peste bubônica.
Decidido a sanear e modernizar a cidade, o então presidente da República Rodrigues Alves (1902-1906) deu plenos poderes ao prefeito Pereira Passos e ao médico Dr. Oswaldo Cruz para executarem um grande projeto sanitário. O prefeito pôs em prática uma ampla reforma urbana, que ficou conhecida como bota abaixo, em razão das demolições dos velhos prédios e cortiços, que deram lugar a grandes avenidas, edifícios e jardins. Milhares de pessoas pobres foram desalojadas à força, sendo obrigadas a morar nos morros e na periferia , que hoje são conhecidas como Favelas.
Alguma semelhança com Pinheirinho? O governo impondo uma ação e a população mais pobre levando o prejuízo... Confere.
Oswaldo Cruz, convidado a assumir a Direção Geral da Saúde Pública, criou as Brigadas Mata Mosquitos, grupos de funcionários do Serviço Sanitário que invadiam as casas para desinfecção e extermínio dos mosquitos transmissores da febre amarela. Iniciou também a campanha de extermínio de ratos considerados os principais transmissores da peste bubônica, espalhando raticidas pela cidade.
Claro, tanto ontem quanto hoje, os governos municipais valendo-se da força para imporem uma regra. Mas há uma diferença crucial entre a Revolta da Vacina e o caso Pinheirinho...
A revolta popular
"Tiros, gritaria, engarrafamento de trânsito, comércio fechado, transporte público assaltado e queimado, lampiões quebrados às pedradas, destruição de fachadas dos edifícios públicos e privados, árvores derrubadas: o povo do Rio de Janeiro se revolta contra o projeto de vacinação obrigatório proposto pelo sanitarista Oswaldo Cruz" (Gazeta de Notícias, 14 de novembro de 1904).
A resistência popular, quase um golpe militar, teve o apoio de positivistas e dos cadetes da Escola Militar. Os acontecimentos, que tiveram início no dia 10 de novembro de 1904, com uma manifestação estudantil, cresceram consideravelmente no dia 12, quando a passeata de manifestantes dirigia-se ao Palácio do Catete, sede do Governo Federal. A população estava alarmada. No domingo, dia 13, o centro do Rio de Janeiro transforma-se em campo de batalha: era a rejeição popular à vacina contra a varíola que ficou conhecida como a Revolta da Vacina, mas que foi muito além do que isto.
Para erradicar a varíola, o sanitarista convenceu o Congresso a aprovar a Lei da Vacina Obrigatória (31 de Outubro de 1904), que permitia que brigadas sanitárias, acompanhadas por policiais, entrassem nas casas para aplicar a vacina à força.
A população estava confusa e descontente. A cidade parecia em ruínas, muitos perdiam suas casas e outros tantos tiveram seus lares invadidos pelos mata-mosquitos, que agiam acompanhados por policiais. Jornais da oposição criticavam a ação do governo e falavam de supostos perigos causados pela vacina. Além disso, o boato de que a vacina teria de ser aplicada nas "partes íntimas" do corpo (as mulheres teriam que se despir diante dos vacinadores) agravou a ira da população, que se rebelou.
A aprovação da Lei da Vacina foi o estopim da revolta: no dia 5 de novembro, a oposição criava a Liga contra a Vacina Obrigatória. Entre os dias 10 e 16 de novembro, a cidade virou um campo de guerra. A população exaltada depredou lojas, virou e incendiou bondes, fez barricadas, arrancou trilhos, quebrou postes e atacou as forças da polícia com pedras, paus e pedaços de ferro. No dia 14, os cadetes da Escola Militar da Praia Vermelha também se sublevaram contra as medidas baixadas pelo Governo Federal.
A reação popular levou o governo a suspender a obrigatoriedade da vacina e a declarar estado de sítio (16 de Novembro). A rebelião foi contida, deixando 30 mortos e 110 feridos. Centenas de pessoas foram presas e, muitas delas, deportadas para o Acre.
Não houve reação popular no caso do Pinheirinho. Apenas comentários revoltosos em blogs e redes sociais, mas ninguém levantou o traseiro da cadeira pra ajudar o povo do Pinheirinho. Nem mesmo aqueles que deviam zelar pelo bem dos brasileiros.
Ao reassumir o controle da situação, o processo de vacinação foi reiniciado, tendo a varíola, em pouco tempo, sido erradicada da capital.
Analisemos... A varíola foi erradicada, mas a hanseníase, não. O sarampo está por aí, pois exige vacinação constante das novas gerações. A Febre Amarela foi substituída pela Dengue, mas seu vetor é o mesmo e continua à solta. A Tuberculose sobreviveu à Vacina. Ou seja, não adiantou lá muita coisa.
Agora, analisemos as cartas...
Centro para Controle de Doenças e Companhias Farmacêuticas. Será que não são chegadas entre si?
Tem mais...
Epidemia é uma carta reveladora: Recentemente os cientistas ressuscitaram o agente causador da Peste Bubônica (Peste Negra, que matou milhões na Idade Média), e também criaram uma espécie de Superbactéria, imune a qualquer antibiótico fabricado até hoje. Quanto não falta para essas superbactérias "acidentalmente" escaparem e contaminarem alguém? e A Gripe Irlandesa faz alusão à Gripe Espanhola, pois cada gripe nova vem com um novo nome, em um novo formato, e uma nova demanda por vacinas. E lógico, muitos desesperados correm atrás das vacinas. E, tão logo se esquece das doenças antigas, surgem doenças novas. Segundo os "paranóicos", causadas pelas próprias vacinas.
Será que as vacinas são um meio de se reduzir a população?
As cartas Bactéria Comedora de Carne e Meta: Redução Populacional assustam, pois mostram um meio terrível de se morrer, e um fim terrível que pode ser obtido não só por esse meio, mas pelos outros meios mostrados até agora ou que ainda serão mostrados.
Já ouviu falar das Pedras-Guia da Geórgia? A primeira das 10 mensagens, escritas em oito idiomas (Inglês entre eles, e não, português NÃO está entre eles) diz:
1. Manter a humanidade abaixo de 500.000.000 em perpétuo equilíbrio com a natureza. (A população mundial em 1950 era de 2,5 bilhões de pessoas. Em 2000 já havia mais de 6 bilhões de humanos no planeta.)
Por último, atente para a carta abaixo:
Esta carta vai aparecer mais vezes. É a carta Eu Menti. Por que eu coloquei ela aqui? Porque, pelo visto, as companhias farmacêuticas e as organizações que deviam controlar as coenças e cuidar da nossa saúde estão fazendo exatamente isso: Mentindo.
No próximo post, mais cartas.
Comecemos pela aparente "paranóia" das pessoas que se recusavam a tomar a vacina contra o vírus H1N1, também conhecido como da "Gripe A" ou, mais jocosamente, "Gripe Mexicana".
Será que é mesmo uma paranóia?
Lembremos da Revolta da Vacina, que ocorreu cá no Brasil, nos idos primeiros anos do Século XX.
Abramos a Wikipédia.
No inicio do século XX, a cidade do Rio de Janeiro, como capital da República, apesar de possuir belos palacetes e casarões, tinha graves problemas urbanos: rede insuficiente de água e esgoto, coleta de resíduos precária e cortiços super povoados. Nesse ambiente proliferavam muitas doenças, como a tuberculose, o sarampo, o tifo e a hanseníase. Alastravam-se, sobretudo, grandes epidemias de febre amarela, varíola e peste bubônica.
Decidido a sanear e modernizar a cidade, o então presidente da República Rodrigues Alves (1902-1906) deu plenos poderes ao prefeito Pereira Passos e ao médico Dr. Oswaldo Cruz para executarem um grande projeto sanitário. O prefeito pôs em prática uma ampla reforma urbana, que ficou conhecida como bota abaixo, em razão das demolições dos velhos prédios e cortiços, que deram lugar a grandes avenidas, edifícios e jardins. Milhares de pessoas pobres foram desalojadas à força, sendo obrigadas a morar nos morros e na periferia , que hoje são conhecidas como Favelas.
Alguma semelhança com Pinheirinho? O governo impondo uma ação e a população mais pobre levando o prejuízo... Confere.
Oswaldo Cruz, convidado a assumir a Direção Geral da Saúde Pública, criou as Brigadas Mata Mosquitos, grupos de funcionários do Serviço Sanitário que invadiam as casas para desinfecção e extermínio dos mosquitos transmissores da febre amarela. Iniciou também a campanha de extermínio de ratos considerados os principais transmissores da peste bubônica, espalhando raticidas pela cidade.
Claro, tanto ontem quanto hoje, os governos municipais valendo-se da força para imporem uma regra. Mas há uma diferença crucial entre a Revolta da Vacina e o caso Pinheirinho...
A revolta popular
"Tiros, gritaria, engarrafamento de trânsito, comércio fechado, transporte público assaltado e queimado, lampiões quebrados às pedradas, destruição de fachadas dos edifícios públicos e privados, árvores derrubadas: o povo do Rio de Janeiro se revolta contra o projeto de vacinação obrigatório proposto pelo sanitarista Oswaldo Cruz" (Gazeta de Notícias, 14 de novembro de 1904).
A resistência popular, quase um golpe militar, teve o apoio de positivistas e dos cadetes da Escola Militar. Os acontecimentos, que tiveram início no dia 10 de novembro de 1904, com uma manifestação estudantil, cresceram consideravelmente no dia 12, quando a passeata de manifestantes dirigia-se ao Palácio do Catete, sede do Governo Federal. A população estava alarmada. No domingo, dia 13, o centro do Rio de Janeiro transforma-se em campo de batalha: era a rejeição popular à vacina contra a varíola que ficou conhecida como a Revolta da Vacina, mas que foi muito além do que isto.
Para erradicar a varíola, o sanitarista convenceu o Congresso a aprovar a Lei da Vacina Obrigatória (31 de Outubro de 1904), que permitia que brigadas sanitárias, acompanhadas por policiais, entrassem nas casas para aplicar a vacina à força.
A população estava confusa e descontente. A cidade parecia em ruínas, muitos perdiam suas casas e outros tantos tiveram seus lares invadidos pelos mata-mosquitos, que agiam acompanhados por policiais. Jornais da oposição criticavam a ação do governo e falavam de supostos perigos causados pela vacina. Além disso, o boato de que a vacina teria de ser aplicada nas "partes íntimas" do corpo (as mulheres teriam que se despir diante dos vacinadores) agravou a ira da população, que se rebelou.
A aprovação da Lei da Vacina foi o estopim da revolta: no dia 5 de novembro, a oposição criava a Liga contra a Vacina Obrigatória. Entre os dias 10 e 16 de novembro, a cidade virou um campo de guerra. A população exaltada depredou lojas, virou e incendiou bondes, fez barricadas, arrancou trilhos, quebrou postes e atacou as forças da polícia com pedras, paus e pedaços de ferro. No dia 14, os cadetes da Escola Militar da Praia Vermelha também se sublevaram contra as medidas baixadas pelo Governo Federal.
A reação popular levou o governo a suspender a obrigatoriedade da vacina e a declarar estado de sítio (16 de Novembro). A rebelião foi contida, deixando 30 mortos e 110 feridos. Centenas de pessoas foram presas e, muitas delas, deportadas para o Acre.
Não houve reação popular no caso do Pinheirinho. Apenas comentários revoltosos em blogs e redes sociais, mas ninguém levantou o traseiro da cadeira pra ajudar o povo do Pinheirinho. Nem mesmo aqueles que deviam zelar pelo bem dos brasileiros.
Ao reassumir o controle da situação, o processo de vacinação foi reiniciado, tendo a varíola, em pouco tempo, sido erradicada da capital.
Analisemos... A varíola foi erradicada, mas a hanseníase, não. O sarampo está por aí, pois exige vacinação constante das novas gerações. A Febre Amarela foi substituída pela Dengue, mas seu vetor é o mesmo e continua à solta. A Tuberculose sobreviveu à Vacina. Ou seja, não adiantou lá muita coisa.
Agora, analisemos as cartas...
Centro para Controle de Doenças e Companhias Farmacêuticas. Será que não são chegadas entre si?
Tem mais...
Epidemia é uma carta reveladora: Recentemente os cientistas ressuscitaram o agente causador da Peste Bubônica (Peste Negra, que matou milhões na Idade Média), e também criaram uma espécie de Superbactéria, imune a qualquer antibiótico fabricado até hoje. Quanto não falta para essas superbactérias "acidentalmente" escaparem e contaminarem alguém? e A Gripe Irlandesa faz alusão à Gripe Espanhola, pois cada gripe nova vem com um novo nome, em um novo formato, e uma nova demanda por vacinas. E lógico, muitos desesperados correm atrás das vacinas. E, tão logo se esquece das doenças antigas, surgem doenças novas. Segundo os "paranóicos", causadas pelas próprias vacinas.
Será que as vacinas são um meio de se reduzir a população?
As cartas Bactéria Comedora de Carne e Meta: Redução Populacional assustam, pois mostram um meio terrível de se morrer, e um fim terrível que pode ser obtido não só por esse meio, mas pelos outros meios mostrados até agora ou que ainda serão mostrados.
Já ouviu falar das Pedras-Guia da Geórgia? A primeira das 10 mensagens, escritas em oito idiomas (Inglês entre eles, e não, português NÃO está entre eles) diz:
1. Manter a humanidade abaixo de 500.000.000 em perpétuo equilíbrio com a natureza. (A população mundial em 1950 era de 2,5 bilhões de pessoas. Em 2000 já havia mais de 6 bilhões de humanos no planeta.)
Por último, atente para a carta abaixo:
Esta carta vai aparecer mais vezes. É a carta Eu Menti. Por que eu coloquei ela aqui? Porque, pelo visto, as companhias farmacêuticas e as organizações que deviam controlar as coenças e cuidar da nossa saúde estão fazendo exatamente isso: Mentindo.
No próximo post, mais cartas.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Analisando mais cartas
Ontem, eu postei duas cartas que previam, por incrível que pareça, os atentados ao World Trade Center e ao Pentágono. Como as cartas foram impressas em 1995 e os atentados ocorreram em 2001, isso chega a ser estranho - MUITO estranho.
Hoje, vamos analisar mais três cartas:



Tsunami, Desastres Combinados e Acidente Nuclear.
Estas três cartas não te lembram alguma coisa?
O desastre no Japão, ano passado, se deu com uma tsunami, um acidente nuclear (Fukushima) e um terremoto, três desastres... Combinados.
Agora, preste atenção na carta Desastres Combinados.

Veja o relógio. Um dos ponteiros aponta para o número 11. A tragédia japonesa de seu no dia 11 de Março do ano 11.
Agora, olhe ESTE relógio...
Este é o Relógio da Torre Wako, localizado no bairro de Ginza, em Tóquio, capital do Japão.
Note bem as semelhanças...
Se duas cartas de 1995 prevendo um evento de 2001 parecia cabuloso, o que me diz de três cartas de 1995 prevendo um evento de 2011?
Agora, vou mostrar uma carta-bônus, que pode dar alguma resposta à pergunta "Mas como Steve Jackson poderia prever um evento assim?"
Com vocês...
A carta Projetor de Terremotos!
Aí, você pergunta: "Mas como um "projetor de terremotos" é possível?
Lembra do que eu disse sobre o HAARP?
Pois, essa cartinha aí em cima é literalmente isso.
Agora que eu mostrei as cartinhas que me levaram a estudar o jogo mais a fundo, espero poder mostrar a você, leitor ou só passante, um pouco das tramas que se escondem por trás das cortinas... E por trás das cartas do jogo de Steve Jackson.
Mais cartas serão apresentadas em um próximo post.
Hoje, vamos analisar mais três cartas:



Tsunami, Desastres Combinados e Acidente Nuclear.
Estas três cartas não te lembram alguma coisa?
O desastre no Japão, ano passado, se deu com uma tsunami, um acidente nuclear (Fukushima) e um terremoto, três desastres... Combinados.
Agora, preste atenção na carta Desastres Combinados.

Veja o relógio. Um dos ponteiros aponta para o número 11. A tragédia japonesa de seu no dia 11 de Março do ano 11.
Agora, olhe ESTE relógio...
Este é o Relógio da Torre Wako, localizado no bairro de Ginza, em Tóquio, capital do Japão.
Note bem as semelhanças...
Se duas cartas de 1995 prevendo um evento de 2001 parecia cabuloso, o que me diz de três cartas de 1995 prevendo um evento de 2011?
Agora, vou mostrar uma carta-bônus, que pode dar alguma resposta à pergunta "Mas como Steve Jackson poderia prever um evento assim?"
Com vocês...
A carta Projetor de Terremotos!
Aí, você pergunta: "Mas como um "projetor de terremotos" é possível?
Lembra do que eu disse sobre o HAARP?
Pois, essa cartinha aí em cima é literalmente isso.
Agora que eu mostrei as cartinhas que me levaram a estudar o jogo mais a fundo, espero poder mostrar a você, leitor ou só passante, um pouco das tramas que se escondem por trás das cortinas... E por trás das cartas do jogo de Steve Jackson.
Mais cartas serão apresentadas em um próximo post.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Analisando um "simples" jogo de cartas...
Me interessei por um joguinho de cartas ao estilo "Magic: The Gathering" que me deixou de boca aberta ao ver certas ilustrações. O jogo se chama Illuminati: New World Order.
Neste blog, analisarei algumas cartas (Uma carta isolada, ou uma combinação de cartas), traduzirei o conteúdo de cada carta e darei meu comentário após uma análise pessoal e imparcial.
Até porque, estou cansado de ver postagens religiosamente tendenciosas. Enquanto os conspiracionistas "cristãos" vivem caçando o Anticristo até no xibiu da galinha, os "Senhores do Mundo" mexem suas cordas e as marionetes dança conforme a música que eles tocam.
Bom, vou começar com as cartas que me fizeram interessar pelo jogo. São seis, pra começar.
Aqui estão as primeiras duas:
"Ataque Nuclear Terrorista"
Jogue esta carta a qualquer hora para dar +10 de Poder ou Resistência (Tua escolha) para qualquer Grupo Violento que você controle.
Se usada com uma ação, deve ser jogada quando essa ação é primeiro declarada, e conta somente para essa ação. Se usada para defesa, o bônus perdura até o fim da rodada corrente, é boa para defesa apenas, e não conta para Metas.
"Pentágono" (Lugar)
Cada grupo Corporativo controlado diretamente pelo Pentágono te deixa sacar uma carta de Evento extra a cada rodada. Poder 6, Resistência 6. Justo, Violento, Governo.
Detalhe, esse jogo foi lançado em 1995. E mostra, com incrível precisão, o ataque às Torres Gêmeas e ao Pentágono (A imagem do Pentágono, como pode ver na carta, o mostra em chamas). Como Steve Jackson, o criador do RPG GURPS e desse jogo de cartas, sabia desses eventos?
Vamos ver mais cartas no próximo post, que deixarão o leitor de queixo caído.
Neste blog, analisarei algumas cartas (Uma carta isolada, ou uma combinação de cartas), traduzirei o conteúdo de cada carta e darei meu comentário após uma análise pessoal e imparcial.
Até porque, estou cansado de ver postagens religiosamente tendenciosas. Enquanto os conspiracionistas "cristãos" vivem caçando o Anticristo até no xibiu da galinha, os "Senhores do Mundo" mexem suas cordas e as marionetes dança conforme a música que eles tocam.
Bom, vou começar com as cartas que me fizeram interessar pelo jogo. São seis, pra começar.
Aqui estão as primeiras duas:
"Ataque Nuclear Terrorista"
Jogue esta carta a qualquer hora para dar +10 de Poder ou Resistência (Tua escolha) para qualquer Grupo Violento que você controle.
Se usada com uma ação, deve ser jogada quando essa ação é primeiro declarada, e conta somente para essa ação. Se usada para defesa, o bônus perdura até o fim da rodada corrente, é boa para defesa apenas, e não conta para Metas.
"Pentágono" (Lugar)
Cada grupo Corporativo controlado diretamente pelo Pentágono te deixa sacar uma carta de Evento extra a cada rodada. Poder 6, Resistência 6. Justo, Violento, Governo.
Detalhe, esse jogo foi lançado em 1995. E mostra, com incrível precisão, o ataque às Torres Gêmeas e ao Pentágono (A imagem do Pentágono, como pode ver na carta, o mostra em chamas). Como Steve Jackson, o criador do RPG GURPS e desse jogo de cartas, sabia desses eventos?
Vamos ver mais cartas no próximo post, que deixarão o leitor de queixo caído.
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