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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Apareceu no radar: Ataque nuclear dos EUA à Rússia - O plano do governo dos EUA de conquistar a Rússia por uma invasão surpresa

11/12/2018, Eric Zuesse,[1] para The Saker Blog
(Copiado do Blog do Alok)

Traduzido pelo Coletivo Vila Mandinga



A seguinte combinação de artigos explica – e aí estão os links para provas conclusivas – que o governo dos EUA está realmente distribuindo e alocando suas forças nucleares, para o objetivo de vencer guerra nuclear contra a Rússia (Guerra Mundial III, GM III); que os EUA já não estão limitados ou contidos (assumindo-se que algum dia os EUA tenham sido limitados ou contidos na loucura nuclear) pela ideia de que a GM III produziria catástrofe inaceitável para os dois lados (“Destruição Assegurada para os dois lados”, ing. “Mutually Assured Destruction”, MAD), e catástrofe que teria de ser evitada a qualquer custo. 

Hoje o governo dos EUA está absolutamente determinado a vencer a GM III, não a evitar a GM III.

Para essa finalidade armas nucleares estão sendo construídas e alocadas pelo governo dos EUA, para a específica finalidade de conquistar a Rússia, e essa passou a ser a missão da OTAN, e sua única função específica, embora o fato, por razões óbvias, não seja tema de discussão. Adiante listo os principais artigos sobre o tema, e reproduzo os trechos cruciais sobre esse assunto:


1: Federation of American Scientists, FAShttps://fas.org/blogs/

“Ainda em 2011, antes de o programa de desenvolvimento do programa B61-12 ter avançado além do ponto sem volta, a Federação dos Cientistas Norte-americanos escreveu à Casa Branca e ao Gabinete do Secretário da Defesa[2] destacando a contradição que havia entre aquele programa e a política do governo dos EUA, e as implicações para a estratégia nuclear. Jamais receberam resposta.”


Em março de 2020, os EUA começarão a instalar na Itália, Alemanha, Bélgica e Holanda (onde já estão instaladas bombas nucleares B-61), e provavelmente também em outros países europeus, a primeira bomba nuclear com controle de precisão a ser integrada ao arsenal dos EUA, a chamada B61-12. A função primordial dessa bomba é atacar a Rússia. A nova bomba tem capacidade para penetrar e explodir no subsolo e destruir os bunkers de comando central logo no primeiro ataque. O que fariam os EUA, se a Rússia instalasse bombas nucleares no México, a apenas poucos passos de território norte-americano?”


O programa de modernização das forças nucleares dos EUA foi apresentado ao público como um esforço para assegurar a confiabilidade e a segurança das ogivas nucleares no arsenal das capacidades militares. Na realidade, porém, aquele programa implementou novas tecnologias revolucionárias que aumentarão muito a capacidade de ataques de precisão do arsenal de mísseis balísticos dos EUA. Esse aumento na capacidade é espantoso – e amplia o poder geral para matar das forças de mísseis balísticos dos EUA, pode-se dizer que multiplica por três – e cria exatamente o que se esperaria ver, se um estado nuclear estivesse planejando acumular capacidade para combater e vencer uma guerra nuclear, porque pode desarmar o inimigo num primeiro ataque de surpresa.”


O plano do governo dos EUA para conquistar a Rússia baseia-se numa crença na ‘Primazia Nuclear’, e no plano fundamental para estabelecer a tal primazia dos EUA contra a Rússia — uma capacidade norte-americana para vencer guerra nuclear e por essa vitória conquistar a Rússia.”

CONCLUSÕES

As declarações do governo dos EUA ao público, que apresentam a Rússia como o ‘agressor’, e nas quais o governo dos EUA apresenta o programa nuclear exclusivamente para ‘defesa’ contra a Rússia e outras nações, é tão mentira quanto as declarações do governo dos EUA em 2002, segundo as quais o Iraque teria de ser invadido ‘porque’ a Agência de Energia Atômica Internacional teria descoberto – o que jamais aconteceu – que o Iraque estaria a seis meses de ter sua bomba atômica

Não se deve confiar no governo dos EUA hoje – como ninguém poderia confiar naquele momento. E o regime dos EUA destruiu Líbia, Síria e Iêmen, também a partir de mentiras oficiais. Não se pode confiar em nenhum mentiroso estatal serial.

O verdadeiro objetivo do regime dos EUA é conquistar e controlar todo o mundo – incluindo especialmente a Rússia. Depois do fim da União Soviética, e de seu comunismo, e da sua aliança militar do Pacto de Varsóvia estabelecido para defender a Rússia contra a aliança militar dos EUA – a OTAN –, já não há nem o pretexto do comunismo. A culpa do regime dos EUA aqui é especialmente vergonhosa no caso da Rússia, porque ataque nuclear e invasão da Rússia pelos EUA destruiria todo o planeta.

A fúria do regime dos EUA para controlar todo o mundo é o mal absoluto, integralmente ‘justificado’ por mentiras  (como a mentira de que Putin teria “tomado” a Crimeia — ‘violência’ que ‘justificaria’ o aumento das tropas e mísseis instalados junto às fronteiras da Rússia). Uma dessas mentiras é que “Putin deseja conquistar a Ucrânia”Só o mais perfeito imbecil acreditaria nisso


Além disso, crescentes movimentos na direção de um Estado policial, se não de uma ostensiva lei marcial do regime dos EUA, estão reduzindo drasticamente as próprias liberdades civis – o que é grave agressão ao próprio povo dos EUA. As crescentes porcentagens dos gastos do governo dos EUA dirigidas para gastos militares só têm ampliado a miséria e concentrado ainda mais a riqueza na aristocracia; implica dizer que só os bilionários norte-americanos beneficiam-se desse imperialismo, inclusive dentro da Ucrânia.

O governo dos EUA é governo de ‘democracia zero’, e agora já está convertido em inimigo de todo o mundo, exceto dos regimes que governam países aliados dos EUA, mas mesmo esses aliados também foram miserabilizados pela guerra que os governos dos EUA estão preparando, em nome dos proprietários da Lockheed Martin e outras dessas empresas norte-americanas gigantes.

O regime dos EUA é inimigo de todos os povos, em todos os pontos do mundo. É hoje a maior ameaça a todo mundo, de toda a história da humanidade, só comparável ao regime de Hitler. E ainda pode ser pior que o regime de Hitler, se suas bases e pessoal militares não forem expulsas de todos os países, antes de que aconteça a invasão-blitz da Rússia. Só assim será possível impedir aquele ataque. Se isso não for feito, a invasão-ataque da OTAN contra a Rússia consumará o desastre. Todas as nações do mundo estão encurraladas: não lhes resta outra escolha.

Dia 20/10/2016, NBC News publicou em manchete “Líder Filipino troca EUA por China e diz que ‘EUA perderam’.”.

Dia 1/5/2017, Global Research publicou em coluna, “Basta de Crimes contra a Paz: Canadá deve abandonar a OTAN já”.

A organização europeia pró-EUA correspondente à OTAN é chamada “Permanent Structured Cooperation” [Cooperação Estruturada Permanente (sic), CEP], nome estúpido, para desencaminhar a atenção da opinião pública dos EUA. 

Foi anunciada dia 8/9/2017, e meses depois estabelecida, dia 11/12/2017, com uma lista de “Compromissos comuns ambiciosos e mais cogentes” e com 25 estados-membros da União Europeia (os 28 membros da União Europeia, exceto o Reino Unido, Dinamarca e Malta) que subscreveram os tais compromissos. A criação dessa CEP é o começo do fim da OTAN. Tornou-se inevitável desde o golpe dos EUA na Ucrânia em fevereiro 2014 e a instalação de um regime nazista naquele país, que os EUA planejaram que se tornaria membro da OTAN e da União Europeia.

Dia 9/11/2019, o presidente Donald Trump dos EUA tuitou “Presidente Macron da França acaba de sugerir que a Europa construa sua própria ordem militar para se proteger contra Ucrânia, China e Rússia. Muito insultante. Melhor talvez que a Europa pague, antes, o que deve à OTAN, que os EUA sustentamos praticamente sozinhos!” 

Vai-se ver, Macron deseja manter a França fora da GM III. 

Talvez, também, Macron deseje ficar livre para determinar suas próprias políticas internacionais sem ter de obedecer às exigências dos bilionários norte-americanos, especialmente às exigências que os bilionários norte-americanos partilham com a família real saudita e os bilionários sionistas* – como conquistar a Síria para pôr no poder ali um governante a ser escolhido pelo rei Saud para cooperar com os bilionários norte-americanos

Por exemplo, dia 7/12/2018, o jornal Al Masdar News publicava em manchete que “Síria acusa Coalizão dos EUA de ter destruído completamente um hospital em Deir Ezzor”. Deir Ezzor é a região produtora de petróleo da Síria, e o regime dos EUA e aliados querem roubar o petróleo da Síria, o que explica os já muitos anos de esforços para assumir o controle naquela região, depois de destruir a infraestrutura de assistência que o Estado sírio oferece.

Para compreender o contexto geoestratégico mais amplo no qual ocorrem esses eventos diários, clique aqui.

NOTA: Há alta probabilidade de que a Ucrânia invada, dia 14/12/2018, a região do Donbass que se reintegrou à Rússia por decisão do povo, em referendo. Se acontecer, haverá resposta dos russos, que o governo Trump pode tentar usar como pretexto para invadir a Rússia, mas acho que não acontecerá, porque os EUA ainda não têm certeza de que conseguiriam impor “primazia nuclear”, nesse momento. Assim sendo, se essa dita invasão pelos ucranianos acontecer, o mais provável é que o governo da Ucrânia resulte gravemente desapontado.*******



[1] O historiador e jornalista investigativo Eric Zuesse é autor de vários livros, o mais recente dos quais são They’re Not Even Close: The Democratic vs. Republican Economic Records, 1910-2010 e CHRIST’S VENTRILOQUISTS: The Event that Created Christianity.
[2] Secretário da Defesa era Robert M. Gates, de 2006 (governo Bush Filho) até julho de 2011 (governo Obama). Gates é o único secretário da Defesa em toda a história dos EUA a ser convidado pelo governo seguinte (Obama) para permanecer no cargo; foi substituído por Leon E. Panetta, até 2013 [NTs, com informações oficiais dos EUA].
* Dia 27 de novembro, a “transcrição integral anotada da entrevista do presidente Trump ao Washington Post incluiu a mais completa explicação que se ouviu de Trump, até agora, sobre por que os EUA não acusarão o príncipe coroado Mohammed bin Salman al-Saud pelo assassinato de Khashoggi: “Foram e são nossos grandes aliados. Sem eles, os problemas de Israel seriam muito piores. Temos de ter um contrapeso contra o Irã. … É muito, muito importante manter esse relacionamento. É muito importante ter os sauditas como aliados, se queremos ficar nessa parte do mundo. Por que ficar nessa parte do mundo? Uma das razões é Israel. O petróleo é cada vez menos a principal razão, porque estamos produzindo mais petróleo agora, do que jamais antes. Assim sendo, de repente se chega a um ponto em que já não temos de ficar aqui” (além do desejo dos bilionários de Israel e dos bilionários dos EUA que também partilham do controle sobre o governo de Israel). Um observador astuto anotou, a propósito desse comentário de Trump:
Afinal Trump explica que mantém relações com os sauditas porque assim atende interesses de Israel, porque Israel é “uma razão” para que EUA e suas tropas permaneçam na região. Com isso, Trump quebrou um tabu de muito tempo, porque a simples informação de que interesses de Israel seriam a razão pela qual EUA e tropas estão na região, visa a bloquear o lobby sionista com força e bastante sucesso pelo menos até aqui. Todos sabemos que a verdade nua e crua não é agradável aos ouvidos do regime sionista e seus asseclas: países e mais países bombardeados e destruídos, milhares de soldados norte-americanos mortos ou mutilados, trilhões de dólares em custos... e tudo isso só tem a ver com uma coisa: Israel!

Como muitos tradicionalistas, esse observador recusa-se, como se vê acima, a considerar que a família real saudita talvez controle também os bilionários judeus, não o contrário, como nesse caso, porque os sauditas controlam a taxa de câmbio do dólar e os bilionários judeus sequer controlam grande quantidade de petróleo. Mas, no atual contexto, essa é divergência pouco importante.

Além disso, dia 8/12/2018, The Atlantic publicou em manchete: “EUA estão pagando mais do que o combinado, pela Guerra do Iêmen” e informava que, embora o Departamento da Defesa tivesse sido reembolsado por serviços de reabastecimento em voo feito a aviões da Coalizão comandada pelos sauditas, o Comando Central dos EUA havia recentemente revisado os próprios registros e descobriu erros na contabilidade, segundo os quais o Departamento de Defesa não cobrara corretamente pelos serviços de abastecimento e reabastecimento”. – O Pentágono recusou-se a informar quanto daquela despesa dos sauditas acabou por ser paga pelos contribuintes norte-americanos — quer dizer, foi acrescida à dívida federal. Mas o Pentágono com certeza sabe o valor cobrado a menos dos sauditas, porque, se não soubesse, o próprio Pentágono não estaria exigindo o pagamento diretamente do príncipe coroado Salman al-Saud. Ninguém exige reembolso, a menos que saiba exatamente o quanto deva ser reembolsado. 

A razão provável pela qual Trump faz hoje essa cobrança seria que, com o que já se sabe, como informação de domínio público, sobre o assassinato de Khashoggi, Trump está agora em posição muito mais forte para barganhar pelo próprio dinheiro. A posição de Trump, na barganha contra al-Saud melhorou muito. Trump agora representa os bilionários dos EUA e também os bilionários de Israel – absolutamente não representa o povo norte-americano. Afinal de contas: nesse caso, Trump está negociando a favor dos interesses dos bilionários, contra a Casa de Saud.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Phil Schneider e as Bases Subterrâneas

Comentário prévio do Ondashiz: Este homem pagou com a vida por revelar algumas coisas cabeludas a respeito dos altos escalões dos EUA, a quem ele serviu por vários anos. O que você vai ler foi copiado do canal "UFO e Seres da Luz" do Facebook.
Em 1995, Phil Schneider deu uma palestra onde contou o que tinha descoberto. Sete meses depois em janeiro de 1996 ele foi encontrado morto em seu apartamento, no que parece ser uma execução no estilo do exercito, sendo encontrado com uma corda de piano ainda em seu pescoço. Ele foi um dos três sobreviventes de um confronto armado em 1979 entre os grandes cinzas, a Inteligência dos EUA e as forças militares na base subterrânea Dulce.



“Por causa da terrível estrutura do governo federal me sinto diretamente em perigo se contar a qualquer pessoa sobre este material. Quanto tempo serei capaz de suportar isso só Deus sabe. Contudo, gostaria de mencionar que esta conversa será dividida em quatro tópicos principais. Cada um destes tópicos terá
alguma influência sobre um aspecto da vida de vocês, seja você patriota ou não. “Quero que saibam que estes Estados Unidos é um lugar lindo. Tenho viajado por mais de 70 nações e não consigo lembrar de qualquer país que tenha a beleza, bem como a magnificência de seu povo, como este país.

“Para lhes dar uma visão geral de quem basicamente sou, comecei meus estudos e passei pela faculdade de engenharia. Metade de minha faculdade foi nessa área e construí uma boa reputação por ser um engenheiro geológo, assim como um engenheiro estrutural trabalhando em aplicações aeroespaciais e com o exército. Ajudei a construir duas bases principais nos Estados Unidos que possuem algum significado no que diz respeito ao que chamo de Nova Ordem Mundial. A primeira base é a de Dulce, no estado do Novo México. Estive envolvido em um confronto armado em 1979 com alienígenas humanóides e fui um dos sobreviventes. Provavelmente sou o único sobrevivente a falar sobre o episódio que você ouvirá. Dois outros sobreviventes estão sob estrita vigilância. Sou o único que restou a saber dos detalhes dos arquivos de toda a operação. Sessenta e seis agentes do serviço secreto, do FBI, os Boinas Pretas e similares, morreram nestes confronto. Eu estive lá.

“Em primeiro lugar, parte do que vou lhe falar será muito chocante. Provavelmente quase inacreditável, porém, em vez de colocar seus óculos, vou lhe pedir que ligue o botão do “ceticismo.” Mas por favor, sinta-se livre para fazer sua própria investigação. Sei que a Lei de Liberdade da Informação não ajuda muito para irmos em frente, mas é o melhor que temos. A biblioteca legislativa local é um bom lugar para procurar Registros do Congresso. Portanto, se alguém continuar fazendo sua investigação, essa pessoa vai permanecer vigilante no que diz respeito ao seu país.

Bases Militares Subterrâneas Profundas & Orçamentos Negros

BASES SUBTERRANEAS
"Amo meu país mais que a mim próprio, mas não estaria de pé diante de você agora, arriscando minha vida, se não acreditasse no que ocorreu comigo. A primeira parte desta palestra irá tratar a respeito das bases subterrâneas profundas dos militares e o orçamento negro. O Orçamento Negro é um orçamento sigiloso que reúne 25% do produto nacional bruto dos Estados Unidos. Atualmente o Orçamento Negro consome 1,25 trilhões de dólares por ano. Pelo menos esta é a quantia usada em programas negros, como aqueles relacionados com as bases subterrâneas profundas dos Militares. Atualmente, há 129 dessas bases nos Estados Unidos.

“Os militares têm construído estas 129 bases dia e noite, incessantemente, desde o início dos anos 40. Algumas foram construídas até antes disso. Basicamente estas bases são grandes cidades subterrâneas conectadas por trens de levitação magnética que alcançam velocidade Mach 2. Vários livros têm sido escritos sobre esta atividade. Al Bielek possui uma única cópia minha de um desses livros. Richard Souder, um Arquiteto com diploma de doutorado, arriscou sua vida falando sobre isto. Ele trabalhou com várias agências do governo em bases subterrâneas militares. Nas redondezas onde você mora, em Idaho, existem 11 delas.

“A profundidade média destas bases é superior a 1.6 Kms, são verdadeiras cidades subterrâneas. O tamanho de todas está entre 690 kms e 1.100 Kms quadrados. Elas possuem máquinas de perfuração a laser que podem perfurar 11 kms de túnel em um dia. Os Projetos Negros evitam a autoridade do Congresso, o que como sabemos, é algo ilegal. Neste momento, a Nova Ordem Mundial depende destas bases. Se na ocasião em que trabalhei nelas soubesse que a NOM estava envolvida, não teria feito isto. Fui muito enganado.

Desenvolvimento de Tecnologia Militar Indicava Interesse de Alemães em Tecnologia Hyperespacial, e Mais

“Basicamente, no que diz respeito à tecnologia, para cada ano de desenvolvimento, a tecnologia militar cresce cerca de 44 anos e meio.Por este motivo fica fácil entender que no ano de 1943 eles foram capazes de fazer, através do uso da tecnologia de tubo à vacuo, um navio que podia desaparecer literalmente de um lugar e reaparecer em outro. Meu pai, Otto Oscar Schneider, lutou em ambos os lados da guerra. Ele foi inicialmente capitão de submarino, tendo sido capturado e repatriado para os Estados Unidos. Ele estava envolvido em diferentes tipos de negócios, como a Bomba atômica, a bomba H e o Experimento Filadélfia. Ele foi o inventor de uma máquina fotográfica de alta velocidade que tirou fotos dos primeiros testes atômicos na Ilha de Biquíni no dia 12 de julho de 1946. Tenho as fotos originais desse teste e as fotografias também mostram Óvnis fugindo do local da explosão a uma velocidade muito alta. Naquela ocasião a Ilha de biquíni estava infestada deles, principalmente sob o mar, e os nativos tiveram problemas com a mutilação de seus animais. Naquela época, o General MacArthur sentiu que a próxima guerra seria contra alienígenas de outros mundos.

“De qualquer maneira, meu pai, juntamente com os teóricos, lançou as bases do Experimento Filadélfia, assim como outros experimentos. O que isso tem a ver comigo? Nada, exceto o fato dele ter sido meu pai. Não concordo com o que ele fez no outro lado, mas acho que teve muita coragem em ter vindo para os EUA. Ele era odiado na Alemanha. Havia uma recompensa de U$$ 1 milhão em ouro, para qualquer um que o matasse. Obviamente não tiveram sucesso. Enfim, de volta ao nosso tópico.

O Confronto Armado na Base Dulce

perfuratriz

“Em 1954, sob a administração Eisenhower, o governo federal decidiu driblar a Constituição dos Estados Unidos e formar um tratado com entidades alienígenas. Foi chamada de O Tratado Greada de 1954, o que basicamente produziu o acordo que permitiu aos alienígenas envolvidos abduzir algumas vacas e testar suas técnicas de implantes em alguns seres humanos, porém, eles tinham que dar detalhes sobre as pessoas envolvidas. Lentamente, os alienígenas alteraram o acordo até que decidiram que não cumpririam nada. Em 1979 esta era a situação, e o confronto na Base Dulce aconteceu completamente por acidente. Eu estava envolvido na construção de uma extensão para a base subterrânea militar em Dulce, essa é provavelmente a base mais profunda. Ela desce sete níveis e por mais de 40 Kms de profundidade. Naquele momento em particular, tínhamos perfurado quatro buracos diferentes no deserto, íamos conectá-los e explodir grandes seções de cada vez. Meu trabalho era descer pelos buracos, verificar amostras de rocha e recomendar o explosivo apropriado para lidar com cada rocha específica. A medida que avançávamos, nos achamos dentro de uma grande caverna que estava cheia de alienígenas do espaço, normalmente conhecidos como grandes cinzas. Disparei contra dois deles. Naquele momento, havia 30 pessoas lá embaixo. Após o início deste confronto cerca de 40 homens a mais também desceram e foram todos mortos. Ficamos surpresos por descobrirmos uma base subterrânea inteira de alienígenas vivos. Mais tarde, descobrimos que eles estavam vivendo em nosso planeta por um longo tempo, talvez por um milhão de anos. Isto poderia explicar muito do que está por trás da teoria dos astronautas antigos.

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“De qualquer forma, fui atingido no peito por uma de suas armas, um raio que saiu de uma caixa em seus corpos, o raio abriu um buraco em mim e me contaminou com uma perigosa dose de radiação por cobalto. Desenvolvi câncer por causa disso.

“Nunca fui muito interessado em tecnologia ÓVNI até começar a trabalhar na Área 51, ao norte de Las Vegas. Cerca de dois anos após a recuperação do incidente de 1979, voltei a trabalhar para Morrison e Knudson, EG & G e outras companhias. Eles estavam testando todos os tipos de veículos espaciais específicos. Quantas pessoas aqui estão familiarizados com a história de Bob Lazar? Ele era um físico trabalhando na Área 51 tentando descobrir o mecanismo de propulsão em algumas dessas naves.

Facções Governamentais, Vagões ferroviários & Contratos Algemas

“Ultimamente, ando muito preocupado com as atividades do governo federal. Eles mentiram para o público, dificultaram o trabalho dos senadores, e se recusaram a falar a verdade sobre questões alienígenas. Posso continuar falando sobre esse assunto sem parar. Posso lhe dizer que estou muito decepcionado. Recentemente, soube de alguém que viveu no mesmo lugar onde moro em Portland, Oregon. Essa pessoa trabalhou na Fabrica de Aço Gunderson onde eram produzidos vagões ferroviários. Conhecia este indivíduo há pelo menos 30 anos, ele era até certo ponto calmo. Um dia ele veio me ver, agitado, e me disse: “eles estão construindo vagões para prisioneiros.” Ele estava muito nervoso.
A Fábrica Gunderson, ele disse, tinha um contrato com o governo federal para construir 107,200 vagões férroviários de grande extensão, cada um com 143 pares de algemas. Existem 11 sub-empreiteiras neste projeto gigantesco. Supostamente, a indústria Gunderson obteve mais de 2 bilhões de dólares pelo contrato. A indústria de Aços Belém e outras siderúrgicas estão envolvidas. Ele me mostrou um dos vagões nos trilhos do pátio em North Portland. Ele tinha razão. Se você multiplicar 107,200 x 143 x 11, você obtêm aproximadamente 15.000.000

Este é provavelmente o número das pessoas que discordam do governo federal. Você não pode mais eleger qualquer uma dessas pessoas para cargos públicos. Nossa atual estrutura de governo é uma “tecnocracia”, não democracia, e é uma forma de feudalismo. Não tem nada a ver com a República dos EUA. Nossos governantes não creem em Deus e têm feito leis para banir as orações nas escolas públicas. Você pode ser multado em até 100.000 dólares além de cumprir dois anos de prisão por fazer orações na escola. Acredito que podemos consertar isso. Também acredito que o governo federal está dirigindo um plano para escravizar o povo dos Estados Unidos. Não sou um orador muito bom, mas irei manter minha boca afiada até que alguém ponha uma bala em mim, pois vale a pena falar a um grupo como este sobre estas atrocidades.

Programa Negro de Empreiteiras dos EUA

Há outros problemas. Tenho alguns números interessantes de 1993. Existem atualmente 29 protótipos de aeronaves stealth. O orçamento do programa de 5 anos do Congresso dos EUA para estas aeronaves é de 245,6 milhões de dólares.Você não poderia comprar as peças sobressalentes para estes programas negros por essa quantia. Sendo assim, temos sido enganados. O orçamento negro é de aproximadamente 1.3 trilhões de dólares a cada dois anos. Um trilhão são mil bilhões. Um trilhão de dólares pesa 11 toneladas. O Congresso dos EUA nunca examina os registros contábeis envolvidos com este pote clandestino de ouro. Eis algumas empreiteiras do programa stealth: EG&G, Westinghouse, McDonnell Douglas, Morrison – Knudson, Wackenhut security systems, Boeing aeroespace, Lorimar aeroespace, Aerospatiale na França, indústrias Mitsubishi, Rider Trucks, Bechtel, * I.G. Farben * (Bayer), e mais uma centenas de outras empresas. Será isto o que entendemos por viver à altura como uma nação livre e amável? Creio que não.

Programa Guerra nas Estrelas e a Aparente Ameaça Alienígena

“Ainda assim, 68% do orçamento militar está direta ou indiretamente afetado pelo orçamento negro. O programa Guerra nas estrelas é extremamente dependente do armamento Stealth. A propósito, nada do programa Stealth estaria ao nosso alcance se não tivéssemos desmontado discos alienígenas acidentados. Absolutammente nada. Alguns de vocês podem se perguntar o que o “ônibus espacial” está transportando. Grandes lingotes de metais especiais que são triturados no espaço e não podem ser produzidos na superfície da terra. Eles precisam do vácuo fechado do espaço exterior para serem produzídos. Não estamos sequer sendo informados com algo próximo à verdade. Acredito que nossos representantes do governo estão nos levando para o fundo do poço – completamente. Até algumas semanas atrás, estava empregado no governo dos EUA com um fator de autorização Ryolite-38 – um do mais altos do mundo. Acredito que o programa Guerra nas Estrelas está no espaço somente para agir como um escudo a fim de impedir ataques alienígenas – não tem nada a ver com a “guerra fria” que foi só um jogo para coletar dinheiro das massas – e para que? Toda a mentira foi planejada e executada durante os últimos 75 anos.

Uso de Tecnologia das Aeronaves Stealth pelas agências dos EUA e a ONU.

“Pessoal, aqui está um outro pedaço de informação para vocês. A Administração de Combate às Drogas e o ATF (sigla em inglês para Departamento do Tesouro Americano que controla o comércio e a produção de álcool, tabaco e armas de fogo) dependem do armamento tático Stealth em até 40% do orçamento de suas operações. Isso em 1993, e as cifras têm aumentado consideravelmente desde então. As Nações Unidas fizeram uso de aeronaves americanas Stealth em mais de 28% de todas as suas operações mundiais de 1990 a 1992, de acordo com o Centro de Estudos Estratégicos e o Relatório 3092 da ONU.

Os guardiães da Aeronave Stealth, a Força Delta e as Origens do Conflito na Bósnia

“Os guardiães do Stealth: Há pelo menos três categorias distintas de oficiais que protegem nossos segredos mais bem guardados. Número um, a Junta Militar de Força Tática (MJTF – sigla em inglês), às vezes chamada de Força Delta ou Boinas Pretas, é uma força militar tática multi-nacional geralmente rerutada para proteger as várias aeronaves Stealth espalhadas no mundo todo. A propósito, haviam 172 aeronaves Stealth construídas. Dez cairam, por isso a última contagem era de 162. Cerca de seis semanas atrás, Bill Clinton autorizou o uso das aeronaves para as Nações Unidas. Existem indícios de que a Força Delta foi enviada rumo à Bósnia durante os últimos dias da administração Bush como uma força de atiradores de elite disfarçados, e que começaram a disparar a esmo de ambos os lados da disputa, para na verdade dar início ao conflito na Bósnia que seria usado pelas sucessivas administrações com fins políticos.

Considerações sobre os Atentados a Bomba nos Estados Unidos

“Não muito tempo atrás fui contratado para fazer um relatório sobre os atentados a bomba no World Trade Center. Fui contratado porque conheço cerca das 90 variedades (algumas incomuns) de explosivos químicos. Deis uma olhada nas fotos tiradas logo após a explosão. O concreto estava turvado e derretido. O aço e os vergalhões foram literalmente expulsos mais de dois metros além do seu comprimento original. Só existe uma arma capaz de fazer isso – uma pequena arma nuclear. Este é um dispositivo do tipo nuclear. Pessoal, obviamente quando o governo afirma que era um explosivo de nitrato que fez o estrago, está mentindo completamente. As pessoas que eles mantém em custódia provavelmente não foram os autores do crime. Na verdade, tenho razões para acreditar que o mesmo grupo mantido em custódia praticou outros crimes, tal como o assassinato de um rabino judeu em Nova Iorque. Todavia, quero ainda mencionar que o governo afirma que a explosão em Oklahoma City, foi causada por uma bomba de nitrato ou à base de fertilizantes.

“Primeiro, eles disseram que foi uma bomba de fertilizantes de 454 kgs. Então, mudaram para 680 kgs. E então 907 kgs. Agora são 9 toneladas. Você não consegue colocar 9 toneladas de fertilizantes dentro de uma caminhonete. Agora, em mesmo nunca misturei explosivos. Conheço a estrutura química e a aplicação da fabricação de explosivos. Minha reputação era baseada nisso. Ajudei na escavação de mais de 13 bases militares subterrâneas profundas nos Estados Unidos. Trabalhei no projeto Malta, na Alemanha Ocidental (antes da queda do muro de Berlin), na Espanha e na Itália. Posso lhe dizer por experiência própria que uma explosão de nitrato dificilmente teria estilhaçado as janelas do edifício federal em Oklahoma City. Teria matado poucas pessoas e atingido parte do revestimento de fora do edifício, mas nunca teria feito aquele tipo de estrago. Acredito que fui enganado, e não vou aceitar isto por mais tempo, sendo assim, estou lhe dizendo que você também foi enganado.

A verdade por trás do Contrato Republicano com os EUA

“Não me dou conta neste momento que ainda temos muito mais que seis meses de vida neste país, na presente situação. Somos os otários do mundo, pois estamos sendo ludibriados por tantas pessoas perversas que dirigem este país. Acho que podemos melhorar essa situação. Acho que pessoas com mais de 45 anos estão seriamente preocupadas com o futuro delas. Vou rodar algumas cenas assustadoras para você. O contrato com a América contém a mesma terminologia que Adolf Hitler usou para subverter a Alemanha em 1931. Acredito que podemos consertar essa situação. O Contrato Com os EUA é um esforço desesperado por parte do nosso governo federal para anular a Constituição e a Declaração de Direitos.

Algumas Estatísticas sobre a Presença de Helicóptero Negros

“Os helicópteros negros. Existem mais de 64,000 helicópteros negros nos Estados Unidos. Para cada hora que passa, há um sendo fabricado. É este o uso apropriado do nosso dinheiro? O que faz o governo federal necessitar de 64,000 helicópteros táticos, se não é para tentar nos escravizar. Duvido que toda as forças armadas necessitem desses 64,000 helicópteros operando no mundo todo. Duvido que todo o mundo necessite de tantos. Existem 157 aeronaves Stealth F-117 equipadas com LIDAR (um dispositivo similar em operação ao radar mas que emite laser pulsante em vez de microondas) e radar de imagem aprimorada por computador. Quando esses helicópteros sobrevoam sua residência, podem vê-lo andando de um cômodo ao outro. De cima, são capazes de enxergar objetos na casa com uma variação limite de 2,5 cms até 48.000 kms. Para mostrar quão preciso o sistema é. Trabalhei no governo federal por um longo tempo e sei exatamente como eles administram seus negócios.

Dispositivo de Terremotos do Governo e a AIDS, usada como Arma Biológica derivada de Excrementos Alienígenas
Tesla_500

“O governo federal agora inventou um dispositivo de terremotos. Sou geólogo e sei do que estou falando. Durante o terremoto de Kobe no Japão, não havia nenhuma onda vibratória como em um terremoto normal. Nenhuma! Em 1989, houve um terremoto semelhante em São Francisco. Em nenhum dos dois casos havia ondas vibratórias.

É um dispositivo Tesla que está sendo usado para propósitos perversos. Os orçamentos dos programas negros corromperam a ciência como a conhecemos. Olhe para a AIDS, criada pela Autoridade Nacional de Laboratórios em Chicago, Illinois no ano de 1972. Era uma arma biológica a ser usada contra o povo dos Estados Unidos. Sei dessa informação porque tive acesso a documentação do Gabinete de Serviços Estratégicos (antiga OSS – agência de inteligência do governo dos EUA estabelecida durante a Segunda Guerra Mundial predecessora da CIA) que a propósito ainda está em operação na atualidade, através da CDC (sigla em inglês para Centro de Controle de Doenças) em Atlanta. Eles usaram os excrementos das glândulas de animais, humanos e humanóides alienígenas para criar o vírus. A má notícia é que o governo mantém relações amigáveis com estes humanóides alienígenas. Não há absolutamente nenhuma defesa contra seus germes – nenhuma. Estes germes são uma arma biológica de terríveis conseqüências.
Todo alienígena no planeta tem de ser isolado.”Saddam Hussein matou 3.5 milhões de curdos com uma arma biológica semelhante. Será que nós, os habitantes deste planeta, merecemos isto? Não, certamente que não, mas não estamos fazendo nada a respeito. Cada momento que desperdiçamos, estamos prejudicando outras pessoas no planeta.

Neste momento, estou morrendo de câncer que contraí por causa do meu trabalho para o governo federal. Posso viver ainda por seis meses. Ou não. Vou lhe dizer uma coisa. Se continuar falando abertamente como estou, talvez Deus me conceda tempo para falar indefinidamente. Vou violar todas as leis para continuar falando sem cessar. 11 dos meus melhores amigos foram assassinados nos últimos 22 anos. Oito dos assassinatos foram chamados de “suicidio.” Antes de dar uma palestra em Las Vegas, levei um amigo de carro até o parque nacional Joshua Tree, perto do número 29 em Palms. Dirigi em direção às montanhas para chegar na cidade de Needles, Califórnia e fui seguido por dois furgões E-350 do governo com placas G-14, cada um dos veículos com um par de ocupantes, um dos quais tinha uma metralhadora Uzi. Sabia exatamente quem eles eram. Já dei 19 palestras e provavelmente alcancei um público de 45,000 espectadores. Bem, consegui me distanciar deles e cheguei em uma parada na metade da estrada.

Os furgões me seguiram de ambos os lados e então desceram por um desfiladeiro. Então é assim que vai ser? Quebrei meu cartão da previdência, mandei de volta para o governo e disse-lhes que se fosse ameaçado novamente, como de fato havia sido, iria transferir para a internet cerca de 140,000 páginas de documentação sobre a estrutura governamental e todo o plano. Já dei início a essa tarefa."

Veja os videos abaixo:





domingo, 22 de junho de 2014

EUA: O Departamento de Segurança Interna está se preparando para uma guerra civil


Em uma entrevista fascinante a TruNews Rádio, na quarta-feira, o investigador particular Doug Hagmann disse categoricamente citando fontes confiáveis, que o Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS) se prepara para "guerra civil em grande escala" na América. ”O governo federal está se preparando para uma guerra civil", acrescentou, “então cada vez que você ouvir sobre movimentos de tropas, cada vez que você ouvir sobre os movimentos de equipamentos militares, a militarização da polícia, a compra de munições, tudo isso é... eles (DHS) estão se preparando para um levante em massa. " 
Hagmann continua a dizer que suas fontes lhe dizem que as preocupações do DHS resultam de um colapso do dólar dos EUA, a hiperinflação e um colapso no valor da moeda de reserva mundial primário terá implicações a uma nação de 311 milhões de americanos, que, há uma porção significativa da população, está armada. 
FEMA: Campos de concentração espalhados por todos os
estados americanos. Caixões, trailers e comboios
ferroviários de vagões especiais. Para o que os
EUA estão se preparando?
Rebeliões na Grécia é, de fato, um problema, mas um levante armado de americanos se torna uma questão de segurança nacional séria, um ponto abordado em um relatório recente do Pentágono e destacou como uma vulnerabilidade e uma ameaça para os EUA durante os exercícios de guerra do Departamento de Defesa no ano passado, de acordo com um dos jogos de guerra do DOD e um dos seus participantes, Jim Rickards, autor de Guerras de moeda: a construção da próxima crise mundial. 
Através de suas fontes, Hagmann confirmou Rickards sobre " uma tese em curso de um medo de um colapso do dólar dos EUA em mãos dos chineses (US detentores de títulos do Tesouro de cerca de US $ 1 trilhão) e, possivelmente, os russos (ameaçando lançar um rublo pareado em ouro como uma alternativa atraente para o dólar dos EUA) em retaliação a agressivas iniciativas da política externa dos EUA contra a China e aliados estratégicos da Rússia como Irã e a Síria. 
"A única fonte que temos eu conheço desde 1979," Hagmann continuou. "Ele começou como patrulheiro e, atualmente, ele agora está trabalhando para uma agência federal, sob a égide do Departamento de Segurança Interna, ele está em uma posição para saber que políticas estão sendo iniciadas, quais políticas estão sendo planejadas neste momento, e ele está a nos dizendo agora a olhar, que o que você está vendo é apenas a ponta do iceberg. ” Estamos nos preparando, nós, ou seja, o governo, está nos preparando para uma guerra civil em grande escala neste país. " 
Estoques de caixões. São milhões em vários estados.
"Não há nenhum exagero aqui", acrescentou ele, ecoando a previsão do Fundador da Trends Research Institute Gerald Celente no ano passado. Celente prevê um colapso do dólar dos EUA e motins na América em algum momento a partir deste ano. Desde a previsão de Celente de 'Guerra Civil' do ano passado, o executivo ordenou o DDAA e a Preparação de Recursos para Defesa Nacional que foram assinados em forma de lei pelo presidente Obama, que são ambas as ações politicamente prejudiciais tomadas por um presidente em exercício.
E, mais recentemente, as solicitações feitas pelo DHS para a aquisição de 450 milhões de cartuchos de ponta oca e especulação de combustíveis a munição apenas para um evento futuro trágico esperado em solo americano.


Mapa: locais marcados onde estão os campos de concentração da FEMA
Estes grandes eventos, como chocantes ao povo americano como eles serão, ter-se-á ocorrido durante um ano eleitoral. 
A escalada de atividades preparatórias pelo Poder Executivo e DHS ao longo da década passada, desde o Patriot Act, de ordens executivas inúmeras elaboradas e suspender (ou tirar) liberdades civis "são apenas o começo" do pesadelo que está por vir, Hagmann disse. 
Ele acrescentou: "Isto vai ficar muito pior para as eleições, e eu nem tenho certeza que vamos ter uma eleição neste país. Vai ser tão ruim, e isso, bem, vem de minhas fontes. ' Mas uma fonte em particular, disse, 'olha, você não entende como é terrível. Este material é real; essas pessoas, o Department de Segurança Interna (DHS), eles estão prontos para lutar contra o povo americano". 
TruNews pergunta a Hagmann: quem é que o DHS espera para lutar, em particular? Outro Norte contra o Sul, o Yankees contra os confederados? Hagmann declarou a situação é muito pior do que uma luta entre duas facções dentro dos EUA, é um evento de emergência antecipada nacional centrada na moeda do país. 
"O que eles [DHS] estão esperando, e de novo, isto está de acordo com minhas fontes, o que eles estão esperando é a sustentabilidade do dólar americano", disse Hagmann. "E atentemos para um fato de que não podemos mais atender a nossa dívida. Não vai ser um período de hiperinflação...” O colapso econômico será tão grave, e as pessoas não vão estar prontas para isso."



Mas 300.000 ultra-modernas guilhotinas !?

300.000 novos guilhotinas afiadas em campos de concentração e trens especiais na América. Para que um governo precisa comprar 300.000 guilhotinas?

Me preocupo sou tolo, mas eu realmente não consigo pensar em outra razão que o nó vai ser no futuro maciçamente para decapitar. Eu também tenho a impressão de que é destinado para galinhas, porcos ou o que seja, mas para as pessoas? O que são? O que mais seria capaz de chegar com a necessidade de justificar essas coisas? 


Assista aos vídeos abaixo:
Mais fotos:

Milhões de Caixões coloados em diversos pontos dos Estados Unidos
Dezenas de vagões ferroviários
Lugares onde a FEMA se instalou

Fontes:
http://chega2012.blogspot.com.br

Comentário do Ondashiz:



Muito do que se vê nos EUA é fruto de sua arrogância, de uma mídia emburrecedora, do poder religioso e principalmente, pelo excesso de liberdade que o mundo deu aos EUA em busca de uma suposta "paz". Parte do que foi mostrado nisso pode ser exagero, delírio, ou mesmo real, mas uma coisa é certa: Estranho se fabricarem guilhotinas nestes tempos modernos, com o propósito que não seja de execuções em massa.


Estamos de olho. 

sexta-feira, 21 de junho de 2013

ESTÃO TRAMANDO UM GOLPE POLÍTICO!

Acabei de ver um texto muito intrigante da professora Marília Moschkovich, diretamente de seu blog.

Preste atenção em cada frase.

Está tudo tão estranho, e não é à toa.

Um relato do quebra-cabeças que fui montando nos últimos dias. Aviso que o post é longo, mas prometo fazer valer cada palavra.

[*nota da autora, adicionada após muitos comentários e compartilhamentos desviando um pouco o sentido do texto: este é um texto de esquerda]
Começo explicando que não ia postar este texto na internet. Com medo. Pode parecer bobagem, mas um pressentimento me dizia que o papel impresso seria melhor. O papel impresso garantiria maiores chances de as pessoas lerem tudo, menores chances e copiarem trechos isolados destruindo todo o raciocínio necessário.
Enquanto forma de comunicação, o texto exige uma linearidade que é difícil. Difícil transformar os fatos, as coisas que vi e vivi nos últimos dias em texto. Estou falando aqui das ruas de São Paulo e da diferença entre o que vejo acontecer e o que está sendo propagandeado nos meios de comunicação e até mesmo em alguns blogs.
Talvez essa dimensão da coisa me seja possível porque conheço realmente muita gente, de vários círculos; talvez porque sempre tenha sido ligada à militância política, desde adolescente; talvez porque tenha tido a oportunidade de ir às ruas; talvez porque pude estar conectada na maior parte do tempo. Não sei. Mas gostaria de compartilhar com vocês.
E gostaria que, ao fim, me dissessem se estou louca. Eu espero verdadeiramente que sim, pois a minha impressão é a de que tudo é muito mais grave do que está parecendo.

Tentei escrever este texto mais ou menos em ordem cronológica. Se não foi uma boa estratégia, por favor me avisem e eu busco uma maneira melhor de contar. Peço paciência. O texto é longo.

1. Contexto é bom e mantém a pauta no lugar

Hoje é dia 18 de junho de 2013. Há uma semana, no dia 10, cerca de 5 mil pessoas foram violentamente reprimidas pela Policia Militar paulista na Avenida Paulista, símbolo da cidade de São Paulo. Com a transmissão dos horrores provocados pela PM pela internet, muitas pessoas se mobilizaram para participar do ato seguinte, que seria realizado no dia 13. A pauta era a revogação no aumento das tarifas de ônibus, que já são caras e já excluem diversos cidadãos de seu direito de ir e vir, frequentando a própria cidade onde moram.
No dia 13, então, aconteceu a primeira coisa estranha, que acendeu uma luzinha amarela (quase vermelha de tão laranja) na minha cabeça: os editoriais da folha e do estadão aprovavam o que a PM tinha feito no dia 10 de junho e, mais do que isso, incentivavam ações violentas da pm “em nome do trânsito” [aliás, alguém me faz um documentário sensacional com esse título, faz favor? ]. Guardem essa informação.
Logo após esses editoriais, no fim do dia, a PM reprimiu cerca de 20mil pessoas. Acompanhei tudo de casa, em outra cidade. Na primeira hora de concentração para a manifestação foram presas 70 pessoas, por sua intenção de participar do protesto. Essa intenção era identificada pela PM com o agora famoso “porte de vinagre” (já que vinagre atenua efeitos do gás lacrimogêneo). Muitas pessoas saíram feridas nesse dia e, com os horrores novamente transmitidos - mas dessa vez também pelos grandes meios de comunicação, inclusive esses dos editoriais da manhã, que tiveram suas equipes de reportagem gravemente feridas -, muita gente se mobilizou para o próximo ato.

2. Desonestidade pouca é bobagem

No próprio dia 13, à noite, aconteceu a segunda “coisa estranha”. Logo no final da pancadaria na região da Paulista, sabíamos que o próximo ato seria na segunda-feira, dia 17 de junho. Me incluíram num evento no Facebook, com exatamente o mesmo nome dos eventos do MPL, as mesmas imagens, bandeiras, etc. Só que marcado para sexta-feira, o dia seguinte. Eu dei “ok”, entrei no evento, e comecei a reparar em posts muito, mas muito esquisitos. Bandeiras que não eram as do MPL (que conheço desde adolescente), discursos muito voltados à direita, entre outros. O que estava ali não era o projeto de cidade e de país que eu defendo, ou que o MPL defende.
Dei uma olhada melhor: eram três pessoas que haviam criado o evento. Fucei o pouco que fica público no perfil de cada um. Não encontrei nenhuma postagem sobre nenhuma causa política. Apenas postagens sobre outros assuntos. Lá no fim de um dos perfis, porém, encontrei uma postagem com um grupo de pessoas em alguma das tais marchas contra a corrupção. Alguma coisa com a palavra “Juventude”, não me lembro bem. Ficou claro que não tinha nada a ver com o MPL e, pior que isso, estavam tentando se passar pelo MPL.
Alguém me deu um toque e observei que a descrição dizia o trajeto da manifestação (coisa que o MPL nunca fez, até hoje, sabiamente). Além disso, na descrição havia propostas como “ir ao prédio da rede globo” e “cantar o hino nacional”, “todos vestidos de branco”. O alerta vermelho novamente acendeu na minha cabeça. Hino nacional é coisa de integralista, de fascista. Vestir branco é coisa de movimentos em geral muito ou totalmente despolitizados. Basta um mínimo de perspectiva histórica pra sacar. Pois bem.
Ajudei a alertar sobre a desonestidade de quem quer que estivesse organizando aquilo e meu alerta chegou a uma das pessoas que, parece, estavam envolvidas nessa organização (ou conhecia quem estava). O discurso dela, que conhece alguém que eu conheço, era totalmente despolitizado. Ela falava em “paz”, “corrupção” e outras palavras de ordem vazias que não representam reivindicação concreta alguma, e muito menos um projeto de qualquer tipo para a sociedade, a cidade de São Paulo, etc. Mais um pouco de perspectiva histórica e a gente entende no que é que palavras de ordem e reivindicações vazias aleatórias acabam. Depois de fazer essa breve mobilização na internet com várias outras pessoas, acabaram mudando o nome e a foto do evento, no próprio dia 13 de noitão. No dia seguinte transferiram o evento para a segunda-feira, “para unir as forças”, diziam.

3. E o juiz apita! Começa a partida!

Seguiu-se um final de semana extremamente violento em diversos lugares do país. Era o início da Copa das Confederações e muitos manifestantes foram protestar pelo direito de protestarem. O que houve em sp mostrou que esse direito estava ameaçado. Além disso, com a tal “lei da copa”, uma legislação provisória que vale durante os eventos da FIFA, em algumas áreas publicas se tornam proibidas quaisquer tipos de manifestações políticas. Quer dizer, mais uma ameaça a esse direito tão fundamental numa [suposta] democracia.
No final de semana as manifestações não foram tão grandes, mas significativas em ao menos três cidades: Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro. No DF e no RJ as polícias militares seguiram a receita paulista e foram extremamente violentas. A polícia mineira, porém, parecia um exemplo de atuação cidadã, que repassamos, compartilhamos e apoiamos em redes sociais do lado de cá do sudeste.
Não me lembro bem, mas acho que foi no intervalo entre uma coisa e outra que percebi a terceira “coisa estranha”. Um pouco depois do massacre na região da Paulista, e um pouco antes do final de semana de horrores, mais um sinal: ficamos sabendo que uma conhecida distante, depois do dia 13, pegou um ônibus para ir ao Rio de Janeiro. Essa pessoa contou que a PM paulista parou o ônibus na estrada, antes de sair do Estado de São Paulo. Mandaram os passageiros descerem e policiais entraram no veículo. Quando os passageiros subiram novamente, todas as coisas, bolsas, malas e mochilas estavam reviradas. A policial perguntou a essa pessoa se ela tinha participado de algum dos protestos. Pediu pra ver o celular e checou se havia vídeos, fotografias, etc.
Não à toa e no mesmo “clima”, conto pra vocês a quarta “coisa estranha”: descobrimos que, após o ato em BH, um rapaz identificado como uma das lideranças políticas de lá foi preso, em sua casa. Parece que a nossa polícia exemplar não era tão exemplar assim, mas agora ninguém compartilhava mais. Coisas semelhantes aconteceram em Brasília, antes mesmo das manifestações começarem.

4. Sequestraram a pauta?

Então veio a segunda-feira. Dia 17 de junho de 2013. Ontem. Havia muita gente se prontificando a participar dos protestos, guias de segurança compartilhados nas redes, gente montando pontos de apoio, etc. Uma verdadeira mobilização para que muita gente se mobilizasse. Estávamos otimistas.
Curiosamente, os mesmos meios de comunicação conservadores que incentivaram as ações violentas da PM na quinta-feira anterior (13) de manhã, em seus editoriais, agora diziam que de fato as pessoas deveriam ir às ruas. Só que com outras bandeiras. Isso não seria um problema, se as pessoas não tivessem, de fato, ido à rua com as bandeiras pautadas por esses grupos políticos (representados por esses meios de comunicação). O clima, na segunda-feira, era outro. Era como se a manifestação não fosse política e como se não estivesse acontecendo no mesmo planeta em que eu vivo. Meu otimismo começou a decair.
A pauta foi sequestrada por pessoas que estavam, havia alguns dias, condenando os manifestantes por terem parado o trânsito, e que são parte dos grupos sociais que sempre criminalizaram os movimentos sociais no Brasil (representados por um pedaço da classe política, estatisticamente o mais corrupto - não, não está nem perto de ser o PT -, e pelos meios de comunicações que se beneficiam de uma política de concessões da época da ditadura). De repente se falava em impeachment da presidenta. As pessoas usavam a bandeira nacional e se pintavam de verde e amarelo como ordenado por grandes figurões da mídia de massas, colunistas de opinião extremamente populares e conservadores.
As reações de militantes variavam. Houve quem achasse lindo, afinal de contas, era o povo nas ruas. Houve quem desconfiasse. Houve quem se revoltasse. Houve quem, entre todos os sentimentos possíveis, ficasse absolutamente confuso. Qualquer levante popular em que a pauta não eh muito definida cria uma situação de instabilidade política que pode virar qualquer coisa. Vimos isso no início do Estado Novo e no golpe de 1964, ambos extremamente fascistas. Não quer dizer que desta vez seria igual, mas a história me dizia pra ficar atenta.

5. Não, sequestraram o ato!

A passeata do dia 17, segunda-feira, estava marcada para sair do Largo da Batata, que fica numa das pontas da avenida Faria Lima. Não se sabia, não havia decisão ainda, do que se faria depois. Aos que não entendem, a falta de um trajeto pré-definido se justifica muito bem por duas percepções: (i) a de que é fácil armar emboscadas para repressão quando divulga-se o trajeto; e, (ii) mais importante do que isso, a percepção de que são as pessoas se manifestando, na rua, que devem definir na hora o que fazer. [e aqui, se vocês forem espertos, verão exatamente onde está a minha contradição - que não nego, também me confunde]
A passeata parecia uma comemoração de final de copa do mundo. Irônico, não? Começamos a teorizar (sem muita teoria) que talvez essa fosse a única referência de manifestações públicas que as pessoas tivessem, em massa:o futebol. Os gritos eram do futebol, as palavras de ordem eram do futebol. Muitas camisetas também eram do futebol. Havia inclusive uns imbecis soltando rojões, o que não é muito esperto pois pode gerar muito pânico considerando que havia poucos dias muita gente ali tinha sido bombardeada com gás lacrimogêneo. Havia pessoas brincando com fogo. [guardem essa informação do fogo também]
Agora uma pausa: vocês se lembram do fato estranho número dois? O evento falso no facebook? Bom, o trajeto desse evento falso incluía a Berrini, a ponte Estaiada e o palácio dos Bandeirantes, sede do governo do Estado. Reparem só.
Quando a passeata chegou ao cruzamento da Faria Lima com a Juscelino, fomos praticamente empurrados para o lado direito. Nessa hora achamos aquilo muito esquisito. Em nossas cabeças, só fazia sentido ir à Paulista, onde havíamos sido proibidos de entrar havia alguns dias. Era uma questão de honra, de simbologia, de tudo. Resolvemos parar para descobrir se havia gente indo para o lado oposto e subindo a Brigadeiro até a Paulista. Umas amigas disseram que estavam na boca do túnel. Avisei pra não irem pelo túnel que era roubada. Elas disseram então que estavam seguindo a passeata pela ponte, atravessando a Marginal Pinheiros.
Demoramos um tanto pra descobrirmos, já prontos pra ir para casa broxados, que havia gente subindo para o outro lado. Gente indo à esquerda. Era lá que preferíamos estar. Encontramos um outro grupo de pessoas conhecidas e amigas e seguimos juntos. As palavras de ordem não mudaram. Eram as mesmas em todos os lugares. As pessoas reproduziam qualquer frase de efeito tosca de manira acrítica, sem pensar no que estavam dizendo. Efeito “multidão”, deve ser.
As frases me incomodaram muito. Nem uma só palavra sobre o governador que ordenara à PM descer bala, cassetete e gás na galera havia poucos dias. Que promove o genocídio da juventude negra nessa cidade todos os dias, há 20 anos. Nem mesmo uma. Os culpados de todos os problemas do mundo, para os verde-amarelos-bandeira-hino eram o prefeito e a presidenta. Ou essas pessoas são ignorantes, ou são extremamente desonestas.
Nem chegamos à Paulista, incomodados com aquilo. Fomos para casa nos sentindo muito esquisitos. Aí então conseguimos entender que aquelas pessoas do evento falso no facebook tinham conseguido de alguma maneira manobrar uma parte muito grande de pessoas que queria ir se manifestar em outro lugar. A falta de informação foi o que deu poder para esse grupo naquele momento específico. Mas quem era esse grupo? Não sei exatamente. Mas fiquei incomodada.

6. O centro em chamas.

Quem diria que essa sensação bizarra e sem nome da segunda-feira faria todo sentido no dia seguinte? Fez. Infelizmente fez. O dia seguinte, “hoje”, dia 18 de junho de 2013, seria decisivo. Veríamos se as pessoas se desmobilizariam, se a pauta da revogação do aumento se fortaleceria. Essa era minha esperança que, infelizmente, não se confirmou. A partir daqui são todos fatos recentes, enquanto escrevo e vou tentar explica-los em ordem cronológica. Aviso que foram fazendo sentido aos poucos, conforme falávamos com pessoas, ouvíamos relatos, descobríamos novas informações. Essa é minha tentativa de relatar o que eu vi, vivi, experienciei.
No fim da tarde, pegamos o metrô Faria Lima lotadíssimo um pouco depois do horário marcado para a manifestação. Perguntei na internet, em redes sociais, se o ato ainda estava na concentração ou se estava andando, e para onde. Minha intenção era saber em qual estação descer. Me disseram, tomando a televisão como referencia (que é a referencia possível, já que não havia um único comunicado oficial do MPL em lugar algum) que o ato estava na prefeitura. Guardem essa informação.
Fomos então até o metrô República. Helicópteros diversos sobrevoavam a praça e reparei na quinta “coisa estranha”: quase não havia polícia. Acho que vimos uns três ou quatro controlando curiosamente a ENTRADA do metrô e não a saída… Quer dizer, quem entrasse no metro tinha mais chance de ser abordado do que quem estava saindo, ao contrário do dia 13.
A manifestação estava passando ali e fomos seguindo, até que percebemos que a prefeitura era outro lado. Para onde estavam indo essas pessoas? Não sabíamos, mas pelos gritos, pelo clima de torcida de futebol, sabíamos que não queríamos estar ali, endossando algo em que não acreditávamos nem um pouco e que já estávamos julgando ser meio perigoso. Quando passamos em frente à câmara de vereadores, a manifestação começou a vaiar e xingar em massa. Oras, não foram eles também que encheram aquela câmara com vereadores? O discurso de ser “apolítico” ou “contra” a classe política serve a um único interesse, a história e a sociologia nos mostram: o dos grupos conservadores para continuarem tocando a estrutura social injusta como ela é, sem grandes mudanças. Pois era esse o discurso repetido ali.
Resolvemos então descer pela rua Jandaia e tentar voltar à Sé, pois disseram nas redes sociais que o ato real, do MPL, estava no Parque Dom Pedro. Como aquilo fazia mais sentido do que um monte de pessoas bem esquisitas, com cartazes bem bizarros, subindo para a Paulista, lá fomos nós.
Outro fato estranho, número seis: no meio da Rua Jandaia, num local bem visível para qualquer passante nos viadutos do centro, um colchão em chamas. A manifestação sequer tinha passado ali. Uma rua deserta e um colchão em chamas. Para quê? Que tipo de sinal era aquele? Quem estava mandando e quem estava recebendo? Guardamos as mascaras de proteção com medo de sermos culpados por algo que não sabíamos sequer de onde tinha vindo e passamos rápido pela rua.
Cruzamos com a mesma passeata, mais para cima, que vinha lá da região que fica mais abaixo da Sé, mas não sabíamos ainda de onde. Atrás da catedral, esperamos amigos. Uma amiga disse que o marido estava chateado porque não conseguiu pegar trem na Vila Olímpia. Achamos normal, às vezes a CPTM trava mesmo, daí essa porcaria de transporte e os protestos, etc. pois bem. Guardem a informação.
Uma amiga ligou dizendo que estava perto do teatro municipal e do Vale do Anhangabaú, que estava “pegando fogo”. Imbecil que me sinto agora, na hora achei que ela estava falando que estava cheio de gente, bacana, legal. [que tonta!] Perguntei se era o ato do MPL, se tinha as faixas do MPL. Ela disse que sim mas não confiei muito. Resolvemos ir ver.
[A partir daqui todos os fatos são “estranhos”. Bem estranhos.]
O clima no centro era muito tenso quando chegamos lá. Em nenhum dos outros lugares estava tão tenso. Tudo muito esquisito sem sabermos bem o quê. Os moradores de rua não estavam como quem está em suas casas. Os moradores de rua estavam atentos, em cantos, em grupos. Poucos dormiam. Parecia noite de operação especial da PM (quem frequenta de verdade a cidade de São Paulo, e não apenas o próprio bairro, sabe bem o que é isso entre os moradores de rua).
Só que era ainda mais estranho: não havia polícia. Não havia polícia no centro de São Paulo à noite. No meio de toda essa onda. Não havia polícia alguma. Nadinha de nada, em lugar nenhum.
Na Sé, descobrimos mais ou menos o caminho e fomos mais ou menos andando perto de outras pessoas. Um grupo de franciscanos estava andando perto de nós, também. Vimos uma fumaça preta. Fogo. MUITO fogo. Muito alto. O centro em chamas.
Tentamos chegar mais perto e ver. Havia pessoas trepadas em construções com latas de spray enquanto outros bradavam em volta daquela coisa queimando que não conseguíamos identificar. Outro colchão? Os mesmos que deixaram o colchão queimando na Jandaia? Mas quem eram eles?
De repente algumas pessoas gritaram e nós,mais outros e os franciscanos, corremos achando que talvez o choque estaria avançando. Afinal de contas, era óbvio que a polícia iria descer o cacete em quem tinha levantado aquele fogaréu (aliás, será q ela só tinha visto agora, que estava daquele tamanho todo?). Só que não.
Na corrida descobrimos que era a equipe da TV Record. Estavam fugindo do local - a multidão indo pra cima deles - depois de terem o carro da reportagem queimado. Não, não era um colchão. Era o carro de reportagem de uma rede de televisão. O olhar no rosto da repórter me comoveu. Ela, como nós, não conseguia encontrar muito sentido em tudo que estava acontecendo. Ao lado de onde conversávamos, uns quatro policiais militares. Parados. Assistindo o fogo, a equipe sendo perseguida… Resolvemos dar no pé que bobos nós não somos. Tinha algo muito, mas muito errado (e estranho) ali.
Voltamos andando bem rápido para a Sé, onde os moradores de rua continuavam alertas, e os franciscanos tentavam recolher pertences caídos pelo chão na fuga e se organizarem novamente para dar continuidade a sua missão. Nós não fomos tão bravos e decidimos voltar para nossas casas.

7. Prelúdio de um… golpe?

No metrô um aviso: as estações de trem estavam fechadas. É, pois é, aquela coisa que havíamos falado antes e tal. Mal havíamos chegado em casa, porém, uma conhecida posta no facebook que um amigo não conseguiu chegar em lugar nenhum porque algumas pessoas invadiram os trilhos da CPTM e várias estações ficaram paradas, fechadas. Não era caos “normal” da CPTM, nem problemas “técnicos” como a moça anunciava. Era de propósito. Seriam os mesmos do colchão, do carro da Record?
Lemos, em seguida, em redes sociais, que havia pessoas saqueando lojas e destruindo bancos no centro. Sabíamos que eram o mesmos. Recebi um relato de que uma ocupação de sem-teto foi alvo de tentativa (?) de incêndio. Naquele momento sabíamos que, quem quer que estivesse por trás do “caos” no centro, da depredação de ônibus na frente do Palácio dos Bandeirantes no dia anterior, de tentativas de criar caos na prefeitura, etc. não era o MPL. Também sabíamos que não era nenhum grupo de esquerda: gente de esquerda não quer exterminar sem-teto. Esse plano é de outro grupo político, esse que manteve a PM funcionando nos últimos 20 anos com a mesma estrutura da época da ditadura militar.
Algum tempo depois, mais uma notícia: em Belo Horizonte, onde já se fala de chamar a Força Nacional e onde os protestos foram violentíssimos na segunda-feira, havia ocorrido a mesma coisa. Depredação total do centro da cidade, sem nenhum policial por perto. Nenhunzinho. Muito estranho.
Nessa hora eu já estava convencida de que estamos diante de uma tentativa muito séria de golpe, instauração de estado de exceção, ou algod do tipo. Muito séria. Muito, muito, muito séria. Postei algumas coisas no facebook, vi que havia pessoas compartilhando da minha sensação. Sobretudo quem havia ido às ruas no dia de hoje.
Um pouquinho depois, outra notícia: a nova embaixadora dos EUA no Brasil é a mesma embaixadora que estava trabalhando no Paraguai quando deram um golpe de estado em Fernando Lugo.
Me perguntaram e eu não sei responder qual golpe, nem por que. Mas se o debate pela desmilitarização da polícia e pelo fim da PM parece que finalmente havia irrompido pelos portões da USP, esse seria um ótimo motivo. Nem sempre um golpe é um golpe de Estado. Em 1989 vivemos um golpe midiático de opinião pública, por exemplo. Pode ser que estejamos diante de outro. Essa é a impressão que, ligando esses pontos, eu tenho.
Já vieram me falar que supor golpe “desmobiliza” as pessoas, que ficam em casa com medo. De forma alguma. Um “golpe” não são exércitos adentrando a cidade. Não necessariamente. Um “golpe” pode estar baseado na ideia errônea de que devemos apoiar todo e qualquer tipo de indignação, apenas porque “o povo na rua é tão bonito!”.
Curiosamente, quando falei sobre a manifestação do dia 13 com meus alunos, no dia 14, vários deles me perguntaram se havia chances de golpes militares, tomadas de poder, novas ditaduras. A minha resposta foi apenas uma, que ainda sustento sobre este possível golpe de opinião pública/mídia: em toda e qualquer tentativa de golpe, o que faz com que ela seja ou não bem-sucedida é a resposta popular ao ataque. Em 1964, a resposta popular foi o apoio e passamos a viver numa ditadura. Nos anos 2000, a reposta do povo venezuelano à tentativa de golpe em Chávez foi a de rechaço, e a democracia foi restabelecida.
O ponto é que depende de nós. Depende de estarmos nas ruas apoiando as bandeiras certas (e há pessoas se mobilizando para divulgar em tempo real, de maneira eficaz, onde está o ato contra o aumento da passagem, porque já não podemos dizer que é apenas “um” movimento, como fez Haddad em sua entrevista coletiva). Depende de nos recusarmos a comprar toda e qualquer informação. Depende de levantarmos e irmos ver com nossos próprios olhos o que está acontecendo.

Se essa sequencia de fatos faz sentido pra você, por favor leia e repasse o papel. Faça uma cópia. Guarde. Compartilhe. Só peço o cuidado de compartilharem sempre integralmente. Qualquer pessoa mal-intencionada pode usar coisas que eu disse para outros fins. Não quero isso.
Quero apenas que vocês sigam minha linha de raciocínio e me digam: estamos mesmo diante da possibilidade iminente de um golpe?
Estou louca?
Espero sinceramente que sim. Mas acho que não.

"Curiosamente", uma ou duas horas antes de achar este texto, dou de cara com este outro:
Pablo Villaça 
1afase do movimento: demandas dos ativistas do MPL organizadas e manifestações envolvendo elementos com organização e ideologia.

2a fase: no QUINTO ato, ações brutais da PM e a liminar da justiça mineira provocam revolta e as manifestaçoes inflam em todo o país.

3a fase: as manifestações viram point, tornam-se moda, viram balada. Manifestantes que protestam embriagados e gritam slogans genéricos.

4a fase: a grande mídia e os reacionários "abraçam" o movimento e passam a influenciar a pauta. Surgem gritos para derrubar o governo.

5a fase: ativistas políticos de esquerda e MPL tentam retomar foco dos movimentos. São recebidos com hostilidade e gritos de "sem partido".

6a fase: confrontos entre os grupos de manifestantes. A violencia tambem envolve a PM, que torna-se cada mais violenta.

7a fase: num ciclo de retroalimentação, a violencia se generaliza, se intensifica.

8a fase: cria-se um cenario politico insustentável. Não há como acalmar manifestantes, já que estes não têm demandas específicas.

9a fase: Golpe. 

Estamos entrando na 7a fase.

Ou seja, alguém "sequestrou" esse movimento e está usando-o como massa de manobra. E aposto meus contatos que esse "alguém" é da Direita.