Com certeza você já ouviu falar da expressão "Pirâmide Financeira": Um esquema de investimentos no qual a renda dos investidores mais antigos depende de quantos investidores mais recentes eles conseguirem atrair, e assim sucessivamente. Chega uma hora que a pirâmide não consegue se sustentar, e o "piloto" (O cabeça da Pirâmide) dissolve o esquema e leva toda a grana com ele. A propósito, isso é crime.
E com certeza, você já deve ter ouvido falar também da expressão "Marketing Multinível", que é praticamente a mesma coisa da pirâmide, mas usa produtos que tornam o esquema legal. E os produtos variam com a empresa: Shakes, serviço de VoIP, cartões de crédito, perfumes, roupas... A diferença do Marketing Multinível para a Pirâmide Financeira é que as empresas de Marketing Multinível usam produtos de uso praticamente constante, que todos os membros da pirâmide usam. Tipo, a Herbalife, a empresa de Marketing Multinível mais conhecida do Brasil, tem os seus "shakes emagrecedores", que são ávidamente consumidos por dondocas que querem perder uns "pneuzinhos". Isso sustenta a rede de Marketing Multinível e a torna legal de acordo com as Leis do país onde atuam.
Pois bem, ultimamente tá uma briga de foice contra (e entre) as Redes de Marketing Multinível por disputa de clientes. Alguns se dão bem no Marketing Multinível, outros não, e os motivos são tão diversos quanto as empresas. Algumas podem ser bem-intencionadas mas falham, outras são fraudes descaradas, e outras conseguem êxito. Marketing Multinível é como a Bolsa de Valores: Tem quem faça fortunas, tem quem perca fortunas. E tem quem cometa fraude e leve a grana dos investidores. A mesma inteligência requerida em uma Bolsa de Valores é requerida no Marketing Multinível (Só não precisa da gritaria, hehehe)
Todavia, a imprensa tradicional anda colocando todas no mesmo saco, supervalorizando os depoimentos de quem se deu mal nessas redes de MMN, e ignorando os depoimentos de quem se deu bem, geralmente isolados em alguns vídeos no Youtube. Por que será? Estariam as empresas de MMN gerando pessoas que enriquecem e se conscientizam de que podem trazer a prosperidade para outras? Empresas de MMN não costumam ser olhadas com maus olhos em outras partes do mundo, e nem mesmo no Brasil, até então. A Herbalife chegou a patrocinar times de futebol, como o todo-poderoso Barcelona, e até mesmo o Santos e o Avaí aqui no Brasil.
E, se tem uma coisa que eu aprendi nesses anos de observações, denúncias e outros quetales é que: Se a Globo é contra, é porque não é algo mau. E os sites da Globo jogam denúncia atrás de denúncia contra esquemas de MMN como Herbalife, TelexFree e outros. Misturando o trigo ao joio, para fazer confusão na cabeça do internauta (Sem falar do telespectador).
Passei meus olhos na internet agora a pouco, e tá uma briga de foice entre empresas de MMN, cada uma prometendo mais maravilhas que a outra. Não chegaram ao ponto de se acusar mutuamente (Ou então, eu ainda não vi) mas a disputa pelos clientes chegou até os comentários do Youtube: Basta aparecer um vídeo de MMN, promovendo-o ou depreciando-o, ou acusando-o de pirâmide, e os comentários pipocam de pessoas que participam desses meios fazendo suas divulgações, e prometendo lucros mais atraentes que os de outros serviços.
Por mim, eu não entro nesse tipo de empreitada. Nunca fui um bom vendedor, fosse de suco de laranja, fosse de purificador de água, e o cerne do MMN é vender um produto, uma associação. Mas é muito estranho como começaram a pipocar "denúncias" contra tais empreendimentos que, até ano passado, pareciam completamente aceitáveis, assim de repente.
Vai ver porque, para vender bem no MMN, você precisa desenvolver criatividade e outros atributos relativos à inteligência, um atributo que as Elites que detêm o poder no mundo querem reter apenas para si. Afinal, contra os poderes emburrecedores (TV vulgar, cultos religiosos, músicas idiotas), ninguém - Da imprensa tradicional - se manifesta. Como eu havia dito antes. MMN precisa de tanta acuidade mental quanto a Bolsa de Valores. Uma manobra errada e você perde muito, uma manobra certa e você fará fortunas.
E acuidade mental apurada para as massas não é interessante para as Elites, pois elas - As massas - poderiam se mobilizar contra as Elites, ao descobrirem que estão sendo iludidas e que possuem o poder de mudar a situação vigente, ainda mais em um país tão cheio de políticos corruptos, marajás e aproveitadores como é o Brasil.
Sociedades Secretas. Illuminati. Nova Ordem Mundial. Novas formas de controle populacional. História revisada. Nada é certeza; tudo é especulação. Encontre a tua verdade, mas cuidado com as ilusões.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
terça-feira, 14 de maio de 2013
Para os meus amigos brasileiros entenderem sobre a guerra civil na Síria. Por favor, compartilhem com os seus amigos
Em defesa da paz e da soberania da Síria
por Claudio Daniel (Notas) em Segunda, 8 de abril de 2013
"A República Árabe Síria é um país do Oriente Médio com 20 milhões de habitantes (estimativa de 2008), que faz fronteira com o Líbano e o Mar Vermelho a oeste, com a Jordânia ao sul, com o Iraque a leste, com a Turquia ao norte e com Israel no sudoeste. Sua capital, Damasco, é uma das cidades mais antigas do mundo. O estado é laico, e convivem no país diversas comunidades religiosas, como os cristãos, drusos, muçulmanos sunitas e xiitas. As mulheres sírias tem livre acesso à universidade, ao mercado de trabalho e à participação na vida política do país, em igualdade de condições com os homens, em contraste com o que acontece em países como o Catar e a Arábia Saudita, onde as mulheres são proibidas até de dirigir carros.
A Síria obteve a sua independência da França em 1946 e tornou-se um dos mais prósperos países árabes, com uma economia bastante diversificada, em que se destacam a agropecuária (25,9% do Produto Interno Bruto), a indústria (27,2%), o setor de serviços (46,0%) e o turismo. A Síria sempre apoiou o nacionalismo e o pan-arabismo, unindo-se ao Egito em 1958 para criar a República Árabe Unida (RAU) e participando de todas as campanhas militares contra a ocupação sionista promovida pelo Estado de Israel, perdendo o controle das colinas de Golan na Guerra dos Seis Dias, em 1967.
O país é governado desde 1963 pelo partido Baas, de orientação nacionalista e socialista, sendo o atual presidente Bashar Assad, que assumiu o seu primeiro mandato em 2000. Há diversos partidos políticos no país, como o Partido Comunista Sírio, o Partido da União Democrática Socialista, o Partido Sindicalista Socialista, o Partido Nacional Al-Ahd, entre outros, e em 2012 o Congresso votou uma nova Constituição para o país, que foi posteriormente submetida a referendo popular. No mesmo ano, foram realizadas eleições para os governos estaduais.
Em 2011, ocorreram protestos populares pacíficos contra medidas econômicas do governo, o que serviu de pretexto a grupos fundamentalistas islâmicos para iniciarem ações terroristas numa tentativa de desestabilizar o governo, tais como atentados a bomba em igrejas, mesquitas, supermercados e escritórios, assassinato de líderes religiosos, decapitação de soldados do exército sírio aprisionados e outras ações, insuflando uma guerra civil religiosa, com o objetivo de substituir o atual estado laico por um califado islâmico. Jihadistas de diversos países muçulmanos, como o Paquistão, o Marrocos e a Chechênia chegaram à Síria através da fronteira com a Turquia e formaram o chamado “Exército Livre Sírio”, que logo recebeu apoio financeiro, militar e logístico dos Estados Unidos e das monarquias do Golfo Pérsico, em especial o Catar e a Arábia Saudita.
Conforme matéria publicada no jornal O Estado de S. Paulo em 26 de março deste ano, foram realizados mais de 160 voos de carga militar para os “rebeldes” desde janeiro de 2012, incluindo armas de infantaria, artilharia e equipamentos de todo tipo. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos e a Europa aprovaram severo embargo econômico contra o país árabe, numa tentativa de minar o apoio popular ao governo. A desmontagem de dezenas de fábricas sírias pelos “rebeldes”, transportadas em caminhões para a Turquia, é outra forma de sabotagem econômica. No campo político, a Liga Árabe, formada por países que em sua maioria são alinhados com os Estados Unidos, expulsaram a Síria da organização e aprovaram, em recente encontro de cúpula, o financiamento e a ajuda militar aos “rebeldes”, enquanto Israel, que já bombardeara um centro de pesquisas em território sírio, apelou para que a Liga Árabe invadisse a Síria, com a esperança de que a hipotética ação militar dos países do Golfo derrubasse o governo de Bashar Assad.
Uma ação militar estrangeira contra a Síria esbarra na oposição da Rússia, China, Irã e de países como o Brasil, a África do Sul e a Índia, que defendem uma solução pacífica negociada para o conflito. No final de 2012, Bashar Assad fez uma proposta de diálogo aos grupos de oposição dispostos a negociar. Ao mesmo tempo, surgem movimentos de solidariedade à Síria e contra as tentativas do sionismo e do imperialismo de destruir esse país árabe, como a recente passeata que aconteceu em São Paulo no dia 23 de março, que reuniu centenas de pessoas na Avenida Paulista, que foram manifestar o seu repúdio ao terrorismo dos grupos fundamentalistas e o seu apoio à paz e à soberania da Síria.
Por que o imperialismo quer destruir a Síria?
O imperialismo quer controlar a produção e distribuição de petróleo no Oriente Médio, as rotas marítimas, o comércio exterior e os pontos estratégicos na região, e para isso precisa eliminar os poucos governos soberanos e independentes que se opõem aos seus planos, como os do Líbano, do Irã e da Síria. Além disso, o enfraquecimento desses países ajuda Israel a manter a ocupação dos territórios palestinos. A Síria, única aliada árabe do Irã, sempre apoiou a causa palestina e também o Hezbollah, que resistiu à invasão sionista no Líbano.
Quantas pessoas morreram no conflito na Síria?
Não há dados confiáveis, mas os veículos de comunicação apontam entre 40 mil e 60 mil mortos desde o início do conflito, em 2011.
Quem é o “Exército Livre Sírio”?
O “Exército Livre Sírio” é formado por diversas organizações, sem uma estrutura unificada de comando, incluindo combatentes de diversos países muçulmanos (Paquistão, Arábia Saudita, Líbia, Marrocos, Chechênia etc.) que têm bases na Turquia. Muitos são fundamentalistas islâmicos ligados à Fraternidade Muçulmana, à Al-Qaeda e outras organizações. Seu objetivo é derrubar o governo de Bashar Assad e implantar um califado islâmico.
Bashar Assad é um ditador sanguinário que mata a própria população?
A mídia ocidental, formada por grandes empresas de comunicação que têm interesses econômicos e políticos alinhados aos Estados Unidos, retratam a realidade síria de forma distorcida, para conquistar apoio da opinião pública contra o governo de Bashar Assad e tentar justificar uma possível agressão militar a esse país. A mídia não informa que os grupos “rebeldes” realizam ações terroristas contra a população civil. O exército sírio combate militarmente esses grupos para defender a segurança da população e a soberania nacional.
O conflito na Síria pode levar a um conflito regional?
A Rússia e a China, que participam do Conselho de Segurança da ONU, são contrários a qualquer agressão militar contra a Síria, e a Rússia, que mantém bases militares nesse país, enviou recentemente uma esquadra para a região. Uma intervenção da OTAN na Síria, tal como aconteceu na Líbia, parece pouco provável. A estratégia inicial do imperialismo era insuflar uma guerra civil religiosa que levasse à queda de Assad e à divisão do país, mas até o momento os “rebeldes” estão longe de atingirem esse objetivo. Uma hipotética agressão da Turquia ou de Israel à Síria não está descartada, mas a aliança entre a Síria, o Irã e o Hezbollah poderia levar a um conflito regional. Os esforços diplomáticos de Rússia, China e dos BRICS são essenciais para uma solução negociada do conflito."
Fonte: Loco Mundo
Nota do Ondashiz: Como se percebe, nem tudo que aparece na mídia oficial merece ser levado a sério, e o que se percebe é a tentativa desesperada de se dirimir a imagem de um governante, taxando-o de "ditador" e enviando "rebeldes" pagos para desestabilizar o país. Coisa que, aliás, foi feita na Líbia e, se for pesquisar bem, foi feita também em outros "lugares de interesse" para os EUA. Cavuca fundo que você acha onde que "rebeldes" se levantaram contra um "ditador", receberam ajuda, venceram, e o lugar acabou pior do que tava.
por Claudio Daniel (Notas) em Segunda, 8 de abril de 2013
"A República Árabe Síria é um país do Oriente Médio com 20 milhões de habitantes (estimativa de 2008), que faz fronteira com o Líbano e o Mar Vermelho a oeste, com a Jordânia ao sul, com o Iraque a leste, com a Turquia ao norte e com Israel no sudoeste. Sua capital, Damasco, é uma das cidades mais antigas do mundo. O estado é laico, e convivem no país diversas comunidades religiosas, como os cristãos, drusos, muçulmanos sunitas e xiitas. As mulheres sírias tem livre acesso à universidade, ao mercado de trabalho e à participação na vida política do país, em igualdade de condições com os homens, em contraste com o que acontece em países como o Catar e a Arábia Saudita, onde as mulheres são proibidas até de dirigir carros.
A Síria obteve a sua independência da França em 1946 e tornou-se um dos mais prósperos países árabes, com uma economia bastante diversificada, em que se destacam a agropecuária (25,9% do Produto Interno Bruto), a indústria (27,2%), o setor de serviços (46,0%) e o turismo. A Síria sempre apoiou o nacionalismo e o pan-arabismo, unindo-se ao Egito em 1958 para criar a República Árabe Unida (RAU) e participando de todas as campanhas militares contra a ocupação sionista promovida pelo Estado de Israel, perdendo o controle das colinas de Golan na Guerra dos Seis Dias, em 1967.
O país é governado desde 1963 pelo partido Baas, de orientação nacionalista e socialista, sendo o atual presidente Bashar Assad, que assumiu o seu primeiro mandato em 2000. Há diversos partidos políticos no país, como o Partido Comunista Sírio, o Partido da União Democrática Socialista, o Partido Sindicalista Socialista, o Partido Nacional Al-Ahd, entre outros, e em 2012 o Congresso votou uma nova Constituição para o país, que foi posteriormente submetida a referendo popular. No mesmo ano, foram realizadas eleições para os governos estaduais.
Em 2011, ocorreram protestos populares pacíficos contra medidas econômicas do governo, o que serviu de pretexto a grupos fundamentalistas islâmicos para iniciarem ações terroristas numa tentativa de desestabilizar o governo, tais como atentados a bomba em igrejas, mesquitas, supermercados e escritórios, assassinato de líderes religiosos, decapitação de soldados do exército sírio aprisionados e outras ações, insuflando uma guerra civil religiosa, com o objetivo de substituir o atual estado laico por um califado islâmico. Jihadistas de diversos países muçulmanos, como o Paquistão, o Marrocos e a Chechênia chegaram à Síria através da fronteira com a Turquia e formaram o chamado “Exército Livre Sírio”, que logo recebeu apoio financeiro, militar e logístico dos Estados Unidos e das monarquias do Golfo Pérsico, em especial o Catar e a Arábia Saudita.
Conforme matéria publicada no jornal O Estado de S. Paulo em 26 de março deste ano, foram realizados mais de 160 voos de carga militar para os “rebeldes” desde janeiro de 2012, incluindo armas de infantaria, artilharia e equipamentos de todo tipo. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos e a Europa aprovaram severo embargo econômico contra o país árabe, numa tentativa de minar o apoio popular ao governo. A desmontagem de dezenas de fábricas sírias pelos “rebeldes”, transportadas em caminhões para a Turquia, é outra forma de sabotagem econômica. No campo político, a Liga Árabe, formada por países que em sua maioria são alinhados com os Estados Unidos, expulsaram a Síria da organização e aprovaram, em recente encontro de cúpula, o financiamento e a ajuda militar aos “rebeldes”, enquanto Israel, que já bombardeara um centro de pesquisas em território sírio, apelou para que a Liga Árabe invadisse a Síria, com a esperança de que a hipotética ação militar dos países do Golfo derrubasse o governo de Bashar Assad.
Uma ação militar estrangeira contra a Síria esbarra na oposição da Rússia, China, Irã e de países como o Brasil, a África do Sul e a Índia, que defendem uma solução pacífica negociada para o conflito. No final de 2012, Bashar Assad fez uma proposta de diálogo aos grupos de oposição dispostos a negociar. Ao mesmo tempo, surgem movimentos de solidariedade à Síria e contra as tentativas do sionismo e do imperialismo de destruir esse país árabe, como a recente passeata que aconteceu em São Paulo no dia 23 de março, que reuniu centenas de pessoas na Avenida Paulista, que foram manifestar o seu repúdio ao terrorismo dos grupos fundamentalistas e o seu apoio à paz e à soberania da Síria.
Por que o imperialismo quer destruir a Síria?
O imperialismo quer controlar a produção e distribuição de petróleo no Oriente Médio, as rotas marítimas, o comércio exterior e os pontos estratégicos na região, e para isso precisa eliminar os poucos governos soberanos e independentes que se opõem aos seus planos, como os do Líbano, do Irã e da Síria. Além disso, o enfraquecimento desses países ajuda Israel a manter a ocupação dos territórios palestinos. A Síria, única aliada árabe do Irã, sempre apoiou a causa palestina e também o Hezbollah, que resistiu à invasão sionista no Líbano.
Quantas pessoas morreram no conflito na Síria?
Não há dados confiáveis, mas os veículos de comunicação apontam entre 40 mil e 60 mil mortos desde o início do conflito, em 2011.
Quem é o “Exército Livre Sírio”?
O “Exército Livre Sírio” é formado por diversas organizações, sem uma estrutura unificada de comando, incluindo combatentes de diversos países muçulmanos (Paquistão, Arábia Saudita, Líbia, Marrocos, Chechênia etc.) que têm bases na Turquia. Muitos são fundamentalistas islâmicos ligados à Fraternidade Muçulmana, à Al-Qaeda e outras organizações. Seu objetivo é derrubar o governo de Bashar Assad e implantar um califado islâmico.
Bashar Assad é um ditador sanguinário que mata a própria população?
A mídia ocidental, formada por grandes empresas de comunicação que têm interesses econômicos e políticos alinhados aos Estados Unidos, retratam a realidade síria de forma distorcida, para conquistar apoio da opinião pública contra o governo de Bashar Assad e tentar justificar uma possível agressão militar a esse país. A mídia não informa que os grupos “rebeldes” realizam ações terroristas contra a população civil. O exército sírio combate militarmente esses grupos para defender a segurança da população e a soberania nacional.
O conflito na Síria pode levar a um conflito regional?
A Rússia e a China, que participam do Conselho de Segurança da ONU, são contrários a qualquer agressão militar contra a Síria, e a Rússia, que mantém bases militares nesse país, enviou recentemente uma esquadra para a região. Uma intervenção da OTAN na Síria, tal como aconteceu na Líbia, parece pouco provável. A estratégia inicial do imperialismo era insuflar uma guerra civil religiosa que levasse à queda de Assad e à divisão do país, mas até o momento os “rebeldes” estão longe de atingirem esse objetivo. Uma hipotética agressão da Turquia ou de Israel à Síria não está descartada, mas a aliança entre a Síria, o Irã e o Hezbollah poderia levar a um conflito regional. Os esforços diplomáticos de Rússia, China e dos BRICS são essenciais para uma solução negociada do conflito."
Fonte: Loco Mundo
Nota do Ondashiz: Como se percebe, nem tudo que aparece na mídia oficial merece ser levado a sério, e o que se percebe é a tentativa desesperada de se dirimir a imagem de um governante, taxando-o de "ditador" e enviando "rebeldes" pagos para desestabilizar o país. Coisa que, aliás, foi feita na Líbia e, se for pesquisar bem, foi feita também em outros "lugares de interesse" para os EUA. Cavuca fundo que você acha onde que "rebeldes" se levantaram contra um "ditador", receberam ajuda, venceram, e o lugar acabou pior do que tava.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Somos experimentos alienígenas?
Muitas vezes, pessoas que "sabem demais", para não serem caçadas e terem seus destinos terrivelmente decididos por pessoas que "não querem que você saiba", jogam "sementes" no ar, com a esperança de que germinarão em algum lugar. Assim, surgem as piadas, a fantasia, a ficção científica. O que nós aprendemos é que a ficção é, muitas vezes, a comissão de frente que nos prepara para a cacetada da realidade.
Em um site de contos e imagens "creepy", em janeiro, eu dei de cara com este conto, e confesso que não dei muita bola.
Daí, anteontem, alguém mencionou algo sobre "Lacerta Files", e o curioso aqui foi procurar. O resultado foi este site, que falava do encontro de um sueco com - surpreendentemente - Uma Reptiliana, raça que até então eu duvidava de sua existência devido a floreios maionésicos dos conspiracionistas de plantão.
Tá, fui lendo. O que eu havia lido antes a respeito dos Reptilianos era de que eles eram maus, comedores de gente, tererê, tarará. A Reptiliana (Que se auto-apelidou "Lacerta" para evitar que o entrevistador falasse seu verdadeiro nome errado - O que seria uma ofensa pra raça dela) mostrou, praticamente, o outro lado da moeda, ou seja, o lado Reptiliano. E falou algumas coisas que me intrigaram:
--A raça Humana foi artificialmente induzida à evolução, pois a evolução de uma espécie primitiva para uma raça senciente demoraria cerca de cinco vezes mais do que foi o tempo da evolução do Australopithecus para o Homo Sapiens. Gozado, o conto "O Gene Perdido" fala da mesma hipótese. (Vale lembrar que há uma ilustração tipo pintura, no qual um alien "Gray" e uma chimpanzé seguram um bebê humano, e uma história em quadrinhos mostra um alienígena injetando algo em um homem das cavernas e acelerando sua evolução.)
--Houve uma guerra entre uma raça Humanóide e uma raça Reptiliana alienígenas na Terra. O conto também menciona um conflito entre Humanóides e Reptilianos. Só que, enquanto que o conto mostra os Humanóides como vencedores, o relato de Lacerta mostra os Reptilianos como vencedores. A data da batalha não é contada no conto, mas a do relato de Lacerta é clara: 65 milhões de anos atrás, e a bomba de fusão dos Reptilianos foi o que gerou os eventos que deram fim aos dinossauros. Vale lembrar que os Reptilianos da guerra não são os mesmos de Lacerta, a raça dela teria evoluido a partir da mutação do iguanodonte, causada provavelmente pela radiação da bomba dos alienígenas.
--O relato de "Lacerta" fala de sucessivas criações por parte dos "Illojim" (Elohim?), e que nós seríamos a sétima "criação", de apenas 8.500 anos de existência. Seria essa a causa da nossa fixação pelo número 7? E os orientais são fixados pelo número 8, e mais inteligentes que os ocidentais... Seriam eles a "oitava criação"? Mais: Os que construíram as Pirâmides do Egito faziam parte da quinta "criação", e elas foram erguidas há 75.000 anos atrás.
--Lacerta diz que os Illojim são humanóides muito altos com cabelos loiros e pele muito branca, e o Conto diz: "O que aconteceu conosco foi o enfraquecimento: perdemos massa corporal, ficamos frágeis, deformados, com a pele descorada e mais calvos. Todos pareciam aberrações." Também em um documentário Russo, fala-se dos "The Tall Whites" que fazem contato com os cabeças dos EUA. Lacerta também alega que os do povo dela fazem contato com militares e políticos americanos.
É muita coisa pra falar, vou deixar outras comparações para outra hora.
Em um site de contos e imagens "creepy", em janeiro, eu dei de cara com este conto, e confesso que não dei muita bola.
Daí, anteontem, alguém mencionou algo sobre "Lacerta Files", e o curioso aqui foi procurar. O resultado foi este site, que falava do encontro de um sueco com - surpreendentemente - Uma Reptiliana, raça que até então eu duvidava de sua existência devido a floreios maionésicos dos conspiracionistas de plantão.
Tá, fui lendo. O que eu havia lido antes a respeito dos Reptilianos era de que eles eram maus, comedores de gente, tererê, tarará. A Reptiliana (Que se auto-apelidou "Lacerta" para evitar que o entrevistador falasse seu verdadeiro nome errado - O que seria uma ofensa pra raça dela) mostrou, praticamente, o outro lado da moeda, ou seja, o lado Reptiliano. E falou algumas coisas que me intrigaram:
--A raça Humana foi artificialmente induzida à evolução, pois a evolução de uma espécie primitiva para uma raça senciente demoraria cerca de cinco vezes mais do que foi o tempo da evolução do Australopithecus para o Homo Sapiens. Gozado, o conto "O Gene Perdido" fala da mesma hipótese. (Vale lembrar que há uma ilustração tipo pintura, no qual um alien "Gray" e uma chimpanzé seguram um bebê humano, e uma história em quadrinhos mostra um alienígena injetando algo em um homem das cavernas e acelerando sua evolução.)
--Houve uma guerra entre uma raça Humanóide e uma raça Reptiliana alienígenas na Terra. O conto também menciona um conflito entre Humanóides e Reptilianos. Só que, enquanto que o conto mostra os Humanóides como vencedores, o relato de Lacerta mostra os Reptilianos como vencedores. A data da batalha não é contada no conto, mas a do relato de Lacerta é clara: 65 milhões de anos atrás, e a bomba de fusão dos Reptilianos foi o que gerou os eventos que deram fim aos dinossauros. Vale lembrar que os Reptilianos da guerra não são os mesmos de Lacerta, a raça dela teria evoluido a partir da mutação do iguanodonte, causada provavelmente pela radiação da bomba dos alienígenas.
--O relato de "Lacerta" fala de sucessivas criações por parte dos "Illojim" (Elohim?), e que nós seríamos a sétima "criação", de apenas 8.500 anos de existência. Seria essa a causa da nossa fixação pelo número 7? E os orientais são fixados pelo número 8, e mais inteligentes que os ocidentais... Seriam eles a "oitava criação"? Mais: Os que construíram as Pirâmides do Egito faziam parte da quinta "criação", e elas foram erguidas há 75.000 anos atrás.
--Lacerta diz que os Illojim são humanóides muito altos com cabelos loiros e pele muito branca, e o Conto diz: "O que aconteceu conosco foi o enfraquecimento: perdemos massa corporal, ficamos frágeis, deformados, com a pele descorada e mais calvos. Todos pareciam aberrações." Também em um documentário Russo, fala-se dos "The Tall Whites" que fazem contato com os cabeças dos EUA. Lacerta também alega que os do povo dela fazem contato com militares e políticos americanos.
É muita coisa pra falar, vou deixar outras comparações para outra hora.
domingo, 9 de dezembro de 2012
Lula, Chávez - Estranhos Casos de Cânceres entre Líderes Latino-americanos
Beleza? Voltei com mais algumas especulações.
Mas, como diria Jack (na verdade, descobriram que era "Jackie, A estripadora"), vamos por partes.
Primeiro, uma notícia de mais ou menos um ano atrás:
O presidente da Venezuela, Hugo
Chávez, qualificou nesta quarta-feira como 'muito estranha' a sucessão
de diagnósticos de câncer de vários líderes e ex-presidentes da América
Latina e levantou a possibilidade de alguém ter desenvolvido 'uma
tecnologia para induzir' esta doença.
Em um ato de promoção de
militares transmitido em cadeia nacional de rádio e televisão, Chávez
inclusive recomendou cuidados extras a Evo Morales, presidente da
Bolívia, e Rafael Correa, do Equador.
Depois que nesta terça-feira foi
divulgado que sua colega argentina, Cristina Fernández de Kirchner, tem
um tumor na glândula tireóide, Chávez, que está se recuperando de um
câncer, considerou que 'é muito difícil explicar' o que está
acontecendo.
O venezuelano frisou que não
quer 'lançar nenhuma acusação temerária', mas questionou: 'Seria
estranho que tivessem desenvolvido uma tecnologia para induzir o câncer e
ninguém saiba até agora e se descubra isto apenas dentro de 50 anos?'.
Nesse contexto, Chávez lembrou o
caso de centenas de guatemaltecos submetidos a experimentos com sífilis
por parte dos Estados Unidos nos anos 1940.
'Não sei, só deixo a reflexão,
mas isto é muito, muito, muito estranho', sustentou o presidente, que
foi operado de um tumor na região pélvica no último dia 20 de junho.
Chávez lembrou que, com o
diagnóstico de Cristina, já são vários os líderes da região que passaram
por esta situação, como a presidente Dilma Rousseff e seu antecessor,
Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente do Paraguai, Fernando Lugo.
O venezuelano também mencionou o
líder cubano Fidel Castro, que se afastou do poder em 2006 por uma
doença não confirmada oficialmente, mas que acredita-se também possa ser
câncer.
'Fidel sempre me disse: Chávez,
tome cuidado, esta gente desenvolveu tecnologias, cuidado com o que
come, cuidado com uma pequena agulha e te injetam não sei o quê',
relatou ao lembrar uma conversa com o cubano.
'Em todo caso, repito, eu não
estou acusando ninguém, só estou fazendo uso da minha liberdade para
refletir e emitir comentários perante fatos muito estranhos e difíceis
de explicar', concluiu.
Agora, uma mais recente:
Caracas, 9 dez (EFE).- O presidente venezuelano, Hugo Chávez, volta a enfrentar o ressurgimento do câncer e viaja neste domingo para Cuba para se submeter a uma nova cirurgia que o levou a contemplar pela primeira vez um cenário no qual ele não esteja presente e a nomear o vice-presidente, Nicolás Maduro, como seu sucessor.
De surpresa, e sem aviso prévio, o presidente apareceu no sábado à noite em cadeia de rádio e televisão, vestido de azul e acompanhado por vários de seus colaboradores mais próximos para informar aos venezuelanos que o câncer voltou e que deverá se submeter à quarta cirurgia em 18 meses em Cuba.
"Decidimos com a equipe médica antecipar exames, antecipar uma nova revisão exaustiva. Infelizmente, nessa revisão exaustiva surge a presença na mesma área afetada de algumas células malignas novamente", disse o presidente com tom firme e rodeado de alguns de seus mais próximos colaboradores.
"É absolutamente necessário, é absolutamente imprescindível submeter-me a uma nova intervenção cirúrgica e isso deve ocorrer nos próximos dias", acrescentou.
O presidente assinou perante as câmeras a solicitação à Assembleia Nacional da permissão para se ausentar do país durante mais de cinco dias e imediatamente indicou que o vice-presidente, Nicolás Maduro, ficará a cargo do Governo, apontando-o como herdeiro e sucessor no caso de algo lhe acontecer.
"Em todos estes processos há risco, toda operação deste tipo e contra este mal implica um risco (...) isso é inegável", assinalou o presidente olhando para seus ministros.
"Devo dizer uma coisa que, embora soe difícil, mas eu quero e devo dizê-lo, se como diz a Constituição se apresentasse alguma circunstância que me desabilite de seguir à frente da Presidência, Maduro deveria concluir o período atual", declarou o presidente.
O atual período termina no dia 10 de janeiro com a chegada do novo mandato para o qual o próprio Chávez foi eleito em 7 de outubro.
"Nicolás Maduro não só nessa situação deve concluir como manda a constituição o período, mas minha opinião firme, plena como a lua cheia, irrevogável absoluta, total, é que nesse cenário que obrigaria a convocar eleições presidenciais vocês elejam Nicolás Maduro como presidente", acrescentou.
O artigo 233 da constituição indica que em caso de "falta absoluta do presidente eleito ou presidente eleita antes de tomar posse, se procederá a uma nova eleição universal, direta e secreta dentro dos 30 dias consecutivos seguintes", da mesma forma que acontece se há uma falta absoluta do presidente nos primeiros quatro anos do período constitucional.
É a primeira vez que Chávez contempla um final fatal desde que em junho do ano passado foi-lhe diagnosticou em Cuba um câncer do qual só se sabe que está na zona pélvica, mas não sua localização exata nem seu grau.
"Alguns companheiros me diziam que não era preciso (...), mas eu acho que o mais importante, o que desde minha alma, desde meu coração me dita a consciência, do mais importante que eu vim aqui, fazendo o esforço da viagem para retornar amanhã, me seja concedida a permissão", indicou.
O presidente venezuelano revelou que os médicos lhe recomendaram operar na sexta-feira ou neste fim de semana, mas assinalou que ele quis antes vir à Venezuela a fazer seu anúncio à população.
Depois Chávez pediu a "unidade" das forças populares, das forças revolucionárias e de toda a Força Armada e disse que a Venezuela já não é um país sem pátria e sem povo como era há 20 anos.
"Assim são as circunstâncias da vida, eu, no entanto, aferrado a Cristo, aferrado a meu senhor, aferrado à esperança e à fé espero, assim o peço a Deus, espero dar-lhes boas notícias nos próximos dias e que possamos juntos continuar construindo o que agora temos (...)", acrescentou.
"Com o favor de Deus como nas ocasiões anteriores sairemos vitoriosos", disse Chávez, antes de partir para o que denominou como esta "nova batalha".
Fonte
Estranho, não?
Será que existe por aí uma "máquina de indução de câncer" que anda sendo usada - E com frequência - contra pessoas notáveis aqui da América do Sul que, porventura, desagradem os EUA? Será que Enéas foi vítima de tal tipo de ataque, porque era previsto que, se ele se candidatasse, ele poderia vencer a Presidência e faria uma mudança de 180° na política Brasileira?
Dos Illuminati pode-se esperar qualquer coisa. E a nossa presidente está prestes a fazer uma enorme burrada ao escolher o caça norte-americano F/A-18 Super Hornet no FX-2. Voltaremos a um nível de dependência política do qual levamos décadas para sair.
sábado, 24 de novembro de 2012
Saudoso Dr. Enéas Carneiro falando de Nióbio e Nova Ordem Mundial
A entrevista é de 2006, e foi veículada no programa Sábado Especial, no canal Rede Vida.
Entre outros assuntos paralelos, Enéas traça um panorama geral da política nacional, sem perder o foco para críticas fechadas a partidos políticos específicos, pois identifica o verdadeiro culpado no que ele chama de "questão central": Um poder mundial, cujos responsáveis são os banqueiros internacionais, e chega a citar até mesmo George Soros.
Faz denúncias consistentes e transparentes no que se refere a esse poder mundial, que se apoderou dos recursos, da imprensa e das telecomunicações nacionais.
Diz também que o aplauso ao homossexualidade, assim como o aborto, estão dentro do Projeto Mundial, cuja meta é a redução populacional.
A leucemia, que causou a perda da barba e consequente morte do ilustre político, surgiu misteriosamente um mês após ele ter sido eleito Deputado Federal, com uma votação récorde. Especula-se que ela tenha sido "encomendada" a pedido dos assim chamados "Senhores do Mundo".
De origem humilde, Enéas formou-se médico pela Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, tendo passado antes pela Escola de Saúde do Exército. Depois, fez o curso de especialização em Cardiologia na 6ª Enfermaria da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, e o Mestrado em Cardiologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Autor do livro O Eletrocardiograma, tratado de referência mundial no assunto e conhecido informalmente no meio médico do Brasil como a "Bíblia do Enéas".
De tendência ultranacionalista, com discursos inflamados e usando palavras que a maioria dos brasileiros sequer sabe que existem na Língua Portuguesa, Enéas era único. Muitos viam-no como um personagem excêntrico e caricato, ou até mesmo como um fascista de extrema-direita. Sua barba e seus óculos de lentes grossas inspiraram pessoas como ele (Ao menos em aparência) a adotar tom de voz e visual semelhantes.
Mas, por trás do "Meu nome é Enéas", havia um cérebro. Um SENHOR cérebro. Um cérebro que sabia enxergar as operações ocultas por trás das cortinas, sem se deixar levar por devaneios metafísicos, como o fazem a maioria dos que se aventuram no mundo das "Teorias da Conspiração". Em um tempo que a Internet ainda não tinha tanta influência na vida do brasileiro, e não haviam informações "vazadas" de sites "especialistas", Enéas estudou e muito a respeito de questões delicadas como a Amazônia, o Nióbio, o sucateamento das Forças Armadas, a Deterioração da Educação e o Neoliberalismo.
Enéas Carneiro tentou alertar o Brasil acerca do grande perigo que ronda nosso país. Não demos bola para isso. E ele pagou caro por essa ousadia. Muito caro. E, se nada for feito, nós também iremos pagar MUITO caro.
Entre outros assuntos paralelos, Enéas traça um panorama geral da política nacional, sem perder o foco para críticas fechadas a partidos políticos específicos, pois identifica o verdadeiro culpado no que ele chama de "questão central": Um poder mundial, cujos responsáveis são os banqueiros internacionais, e chega a citar até mesmo George Soros.
Faz denúncias consistentes e transparentes no que se refere a esse poder mundial, que se apoderou dos recursos, da imprensa e das telecomunicações nacionais.
Diz também que o aplauso ao homossexualidade, assim como o aborto, estão dentro do Projeto Mundial, cuja meta é a redução populacional.
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
A leucemia, que causou a perda da barba e consequente morte do ilustre político, surgiu misteriosamente um mês após ele ter sido eleito Deputado Federal, com uma votação récorde. Especula-se que ela tenha sido "encomendada" a pedido dos assim chamados "Senhores do Mundo".
De origem humilde, Enéas formou-se médico pela Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, tendo passado antes pela Escola de Saúde do Exército. Depois, fez o curso de especialização em Cardiologia na 6ª Enfermaria da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, e o Mestrado em Cardiologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Autor do livro O Eletrocardiograma, tratado de referência mundial no assunto e conhecido informalmente no meio médico do Brasil como a "Bíblia do Enéas".
De tendência ultranacionalista, com discursos inflamados e usando palavras que a maioria dos brasileiros sequer sabe que existem na Língua Portuguesa, Enéas era único. Muitos viam-no como um personagem excêntrico e caricato, ou até mesmo como um fascista de extrema-direita. Sua barba e seus óculos de lentes grossas inspiraram pessoas como ele (Ao menos em aparência) a adotar tom de voz e visual semelhantes.
Mas, por trás do "Meu nome é Enéas", havia um cérebro. Um SENHOR cérebro. Um cérebro que sabia enxergar as operações ocultas por trás das cortinas, sem se deixar levar por devaneios metafísicos, como o fazem a maioria dos que se aventuram no mundo das "Teorias da Conspiração". Em um tempo que a Internet ainda não tinha tanta influência na vida do brasileiro, e não haviam informações "vazadas" de sites "especialistas", Enéas estudou e muito a respeito de questões delicadas como a Amazônia, o Nióbio, o sucateamento das Forças Armadas, a Deterioração da Educação e o Neoliberalismo.
Enéas Carneiro tentou alertar o Brasil acerca do grande perigo que ronda nosso país. Não demos bola para isso. E ele pagou caro por essa ousadia. Muito caro. E, se nada for feito, nós também iremos pagar MUITO caro.
“O dado mais importante que separa o
ser humano de todos os seus irmãos e primos na escala filogenética é o
conhecimento. Só o conhecimento liberta o homem. Só através do
conhecimento o homem é livre. E, em sendo livre, ele pode aspirar uma
condição melhor de vida para ele e todos os seus semelhantes. Eu só
consigo entender uma sociedade na qual o conhecimento seja a razão de
ser precípua que o governo dá para a formação do cidadão. A minha
mensagem é positiva: É de que o homem tem que saber, conhecer. Em
conhecendo, ele é livre.”
“Meu nome é Enéas”
“Meu nome é Enéas”
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Separatismo faz parte dos planos da Nova Ordem Mundial
Após o término das eleições nos EUA, várias petições formam
enviadas a Casa Branca com milhares de assinaturas de norte-americanos
que pediam a divisão do país em vários estados independentes. Propostas
separatistas semelhantes estão presentes fortemente na Espanha e também no Reino Unido.
O separatismo e a partição das grandes nações representam passos indispensáveis para a Nova Ordem Mundial, alerta o historiador e escritor Webster Griffin Tarpley.
Em um artigo opinativo para o canal Press TV, o autor de livros contrários aos sistemas bancários e políticos dos EUA, disse que a Nova Ordem visa a destruição do Estado-nação soberano, e sua substituição por um império universal presidida pelo Fundo Monetário Internacional, Banco Mundial, Organização Mundial do Comércio, o Banco de Compensações Internacionais e Otan.
Para Tarpley, micro-estados não teriam qualquer poder de decisão no Mundo proposto por empresários e governantes.
“O congressista republicano Ron Paul é totalmente favorável a esse sistema. Ele notoriamente disse na Câmara dos Deputados em 13 de março de 2001, que não há nada a temer da globalização, o livre comércio e uma moeda única em todo o mundo. Esses três elementos são, de fato, a destruição garantida de nações existentes”.
Tarpley diz que a ONU já está trabalhando para a fragmentação dos países para deixar o mundo mais fraco e refém de suas decisões. “Eles querem dividir o Paquistão em quatro partes, o Irã em cinco partes, e a Líbia em três, bem como esculpir a Turquia, Síria, Iraque e Irã, criando um Curdistão independente. O Iraque já está dividido em três partes, como resultado da ocupação dos EUA. O Sudão também já aparece dividido em duas partes”.
“Separatismo não faz nada para coibir instituições financeiras e organizações, mas ajuda a abandonar qualquer luta ideológica ou de agitação contra eles. A divisão ajuda o império, enfraquecendo as nações”, diz Tarpley.
É... Eles não descansam. É a velha tática do "Dividir para Conquistar", que os norte-americanos usaram contra os Estados Unidos da América Central (Hoje: Costa Rica, Nicarágua, Guatemala, Honduras e El Salvador) e contra a Grã-Colômbia (Hoje: Peru, Equador, Colômbia, Venezuela e Panamá), em meados do Século XIX, para manter o poder homogêneo sobre o continente. Agora, veem que os estados divididos são demasiadamente periféricos para ditar alguma coisa, e pretendem fazer o mesmo a nível mundial, colocando as grandes corporações no comando desse mundo dividido.
E nem o Brasil está a salvo dessa manipulação, vide o movimento separatista "O Sul é o meu País", que visa erguer a República do Pampa (Acho que até o nome mudou) cortando a Região Sul do resto do Brasil.
Tentaram, uma vez. Quase conseguiram (Guerra dos Farrapos, República Riograndense e República Juliana) mas a Coroa Imperial (Brasileira, lógico!) foi mais forte, só perdemos a Cisplatina (Hoje: Uruguai) de bobeira.
Volto a reiterar, essa coisa de "Nova Ordem Mundial" não tem nada a ver com Anticristo, culto ao Diabo, Maçonaria e outras excentricidades metafísicas. Quem está por trás de tudo isso só quer uma coisa: Mais poder e mais dinheiro, do que já tem.
O separatismo e a partição das grandes nações representam passos indispensáveis para a Nova Ordem Mundial, alerta o historiador e escritor Webster Griffin Tarpley.
Em um artigo opinativo para o canal Press TV, o autor de livros contrários aos sistemas bancários e políticos dos EUA, disse que a Nova Ordem visa a destruição do Estado-nação soberano, e sua substituição por um império universal presidida pelo Fundo Monetário Internacional, Banco Mundial, Organização Mundial do Comércio, o Banco de Compensações Internacionais e Otan.
Para Tarpley, micro-estados não teriam qualquer poder de decisão no Mundo proposto por empresários e governantes.
“O congressista republicano Ron Paul é totalmente favorável a esse sistema. Ele notoriamente disse na Câmara dos Deputados em 13 de março de 2001, que não há nada a temer da globalização, o livre comércio e uma moeda única em todo o mundo. Esses três elementos são, de fato, a destruição garantida de nações existentes”.
Tarpley diz que a ONU já está trabalhando para a fragmentação dos países para deixar o mundo mais fraco e refém de suas decisões. “Eles querem dividir o Paquistão em quatro partes, o Irã em cinco partes, e a Líbia em três, bem como esculpir a Turquia, Síria, Iraque e Irã, criando um Curdistão independente. O Iraque já está dividido em três partes, como resultado da ocupação dos EUA. O Sudão também já aparece dividido em duas partes”.
“Separatismo não faz nada para coibir instituições financeiras e organizações, mas ajuda a abandonar qualquer luta ideológica ou de agitação contra eles. A divisão ajuda o império, enfraquecendo as nações”, diz Tarpley.
É... Eles não descansam. É a velha tática do "Dividir para Conquistar", que os norte-americanos usaram contra os Estados Unidos da América Central (Hoje: Costa Rica, Nicarágua, Guatemala, Honduras e El Salvador) e contra a Grã-Colômbia (Hoje: Peru, Equador, Colômbia, Venezuela e Panamá), em meados do Século XIX, para manter o poder homogêneo sobre o continente. Agora, veem que os estados divididos são demasiadamente periféricos para ditar alguma coisa, e pretendem fazer o mesmo a nível mundial, colocando as grandes corporações no comando desse mundo dividido.
E nem o Brasil está a salvo dessa manipulação, vide o movimento separatista "O Sul é o meu País", que visa erguer a República do Pampa (Acho que até o nome mudou) cortando a Região Sul do resto do Brasil.
Tentaram, uma vez. Quase conseguiram (Guerra dos Farrapos, República Riograndense e República Juliana) mas a Coroa Imperial (Brasileira, lógico!) foi mais forte, só perdemos a Cisplatina (Hoje: Uruguai) de bobeira.
Volto a reiterar, essa coisa de "Nova Ordem Mundial" não tem nada a ver com Anticristo, culto ao Diabo, Maçonaria e outras excentricidades metafísicas. Quem está por trás de tudo isso só quer uma coisa: Mais poder e mais dinheiro, do que já tem.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Compra de ouro em larga escala pela China é sinal de uma implosão financeira global? 10 fatos sobre a febre do ouro na China que podem lhe surpreender

China tem oficialmente febre do ouro. A demanda chinesa de ouro em 2011 está sendo chamada de “explosiva” e “voraz”. A China importou cinco vezes mais ouro em 2010, como fez em 2009, e este ano as vendas de ouro na China são projetados para ajustar facilmente um outro novo recorde de todos os tempos. China produz mais ouro do que qualquer outra nação do planeta e no ano passado, os chineses consumiram mais de duas vezes tanto ouro como os americanos fizeram. Sim, os chineses estão oficialmente no amor com o ouro. Mas por que isso? Será que é porque eles estão preocupados com a inflação? É porque os chineses estão perdendo a fé em moedas de papel? Será que os chineses estão olhando para a diversificação? O outro tem se tornado um símbolo de status “na moda” na China? Ou será que é outra coisa acontecendo aqui?
Seja qual for a razão, a China se está a acumular um monte de ouro. De fato, a China agora engole 25 por cento de toda a produção global. O governo chinês está a aumentar seus estoques de ouro, e para o público chinês parece estar absolutamente no amor com o ouro agora. Neste momento, as autoridades financeiras estão projetando que a demanda chinesa de ouro vai continuar a aumentar a um ritmo muito vivo por alguns anos a vir.
A maioria dos americanos simplesmente não entendem o quão grande jogador a China tornou-se quando se trata de metais preciosos. A China não é apenas de devorar o ouro, também é voraz compradora de prata também. A verdade é que parece haver um interesse muito maior em metais preciosos na Ásia agora do que na América do Norte ou na Europa.
A seguir estão 10 fatos sobre a febre do ouro na China, que podem surpreendê-lo ….
#1 De acordo com o World Gold Council, a China consumiu 579,5 toneladas de ouro em 2010. Os Estados Unidos só consumiu 233,3 mil toneladas.
#2 A China tem tido a importação de ouro em um ritmo febril. De fato, a China importou cinco vezes mais ouro em 2010, como fez em 2009.
#3 O apetite chinês por ouro só parece estar se acelerando em 2011. O Banco Industrial e Comercial da China vendeu cerca de 15 toneladas de ouro físico em 2010. Essa era uma quantidade enorme. Mas, durante o mês de Janeiro sozinho, o banco vendeu cerca de 7 mil toneladas de ouro físico. O crescimento da procura de ouro em 2011 está sendo chamado de “explosivo” pelos executivos do banco.
#4 demanda chinesa pelo ouro subiu agora para cerca de 25% da produção mundial total .
#5 A procura de investimento para o ouro na China subiram 70 por cento por uma gritante em 2010.
#6 Está sendo projetada que a demanda de investimento de ouro da China vai crescer mais 40 a 50 por cento durante 2011.
#7 Os consumidores na China e Índia representam hoje mais da metade de toda a procura mundial de jóias de ouro e moedas de ouro.
#8 lares chineses têm comprado quase a metade da quantidade de ouro desde meados de 2007, assim como todos os investidores no Ocidente combinados.
#9 no Shanghai Gold Exchange, volume de negócios subiu 43 por cento durante os primeiros 10 meses de 2010.
#10 China substituiu a África do Sul como o produtor de ouro número um do mundo em 2007. As minas de ouro da China produziram em tempo recorde todas as 340 toneladas de ouro no ano passado.
Então, o que a China pretende fazer com todo o ouro que está acumulando?A verdade é que ninguém sabe ao certo, e isso inclui o chefe do World Gold Council …
No final, os chineses podem estar tentando apenas para fazer hedge contra a inflação ou podem ser apenas a tentar diversificar os seus investimentos.
A verdade é que a maioria dos nossos líderes no mundo ocidental estão fazendo planos com base no que é melhor para hoje, enquanto que na China eles estão fazendo planos com base no que vai acontecer cinco, dez ou mesmo vinte anos na estrada.
Por muitos anos, a China tinha vindo rapidamente acumulando Tesouro dos EUA. Bem, parece que era para ter acabado. China tem mantido as suas reservas de Tesouro dos EUA relativamente estáveis por um bom tempo agora. De fato, ao longo do ano passado explorações chinesas de Tesouro dos EUA cairam levemente para 892,000 milhões dólares. O que a China tem vindo a fazer, eles têm se livrar de Treasuries de longo prazo e substituí-los por títulos do Tesouro de curto prazo. Agora, a China não possui muitos Treasuries que têm um prazo superior a cinco anos.
Em vez de acumular Tesouro dos EUA, estes dias a China tem vindo a diversificar bastante. Tem havido muito mais de um foco em ativos tangíveis.
Se o mundo está realmente caminhando para uma implosão financeira, então ela certamente faz um monte de sentido para a China a ser acumular em ouro, prata e outros ativos tangíveis. Quando as coisas azedam você não quer ficar segurando um monte de papel.
Os chineses têm se mostrado extremamente sagazes quando se trata de questões financeiras. “. Houve momentos nos últimos anos, quando se concluiu que os chineses têm vindo a desempenhar “xadrez econômico”, enquanto os Estados Unidos vem jogando “damas econômica”. A China é hoje a segunda maior economia do mundo e sua ascensão no cenário mundial foi absolutamente impressionante .
Então, quando a China começa a acumular ouro, como se não houvesse amanhã, talvez todos nós devemos começar a prestar atenção. Talvez eles sabem algumas coisas que o resto de nós não sabe. Ou talvez eles só podem ver algumas coisas que o resto de nós simplesmente não querem ver.
De qualquer forma, é inegável que o apetite da China para o ouro é mais forte do que nunca e que continua a crescer. Ninguém sabe ao certo o que vai significar o preço do ouro em 2011, mas deve ser muito interessante para assistir.
Fonte: Plano Brasil (Link desativado, talvez o site não exista mais)
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